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	<title>TICs na Educação &#187; TICs</title>
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	<description>Um Espaço de Assessoria</description>
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		<title>Um uso legal dos Grupos do Facebook em Educação</title>
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		<pubDate>Fri, 04 May 2012 21:12:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<description><![CDATA[Introdução Os grupos do Facebook não são novidades, nem é novidade que muitos educadores, entusiastas de redes sociais em educação, são favoráveis ao uso do Facebook em contextos educacionais (não é o meu caso!)&#8230; a despeito disso fui adicionado em alguns grupos do Facebook que tem como foco educação&#8230; Três desses grupos, foram criados por [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução</h2>
<p>Os grupos do Facebook não são novidades, nem é novidade que muitos educadores, entusiastas de redes sociais em educação, são favoráveis ao uso do Facebook em contextos educacionais (<strong><a href="http://emrede.blog.br/tics/blog/facebook-na-educacao/" title="Facebook na Educação">não é o meu caso!</a></strong>)&#8230; a despeito disso fui adicionado em alguns grupos do Facebook que tem como foco  educação&#8230;</p>
<p>Três desses grupos, foram criados por alunos (turmas) para suas atividades de estudo/aprendizagem. E, em um desses três, tem ocorrido uma troca interessante de conteúdos e expertise entre  seus integrantes!</p>
<h2>Usos Legais</h2>
<p>Abaixo coloco (clique nas imagens para ampliá-las) algumas telas capturadas desse grupo. Vale ressaltar  que  a iniciativa (de criação e uso) partiu dos próprios alunos. </p>
<p>Considero que o compartilhamento de expertises e a troca de informações que ocorrem dentro desse grupo constituem <strong>um exemplo de apropriação positiva da redes sociais em contextos  educacionais</strong>!</p>
<p>Devo confessar que é a primeira vez que vejo os tais &#8220;nativos digitais&#8221; em ação <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2012/05/uso-face1.png"><img src="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2012/05/uso-face1-297x300.png" alt="Uso dos grupos do Facebook" title="uso-face1" width="297" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-819" /></a></p>
<p><a href="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2012/05/uso-face2.png"><img src="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2012/05/uso-face2-300x157.png" alt="Usos dos grupos do Facebook" title="uso-face2" width="300" height="157" class="aligncenter size-medium wp-image-820" /></a></p>
<p><a href="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2012/05/uso-face3.png"><img src="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2012/05/uso-face3-300x191.png" alt="Usos dos grupos do Facebook" title="uso-face3" width="300" height="191" class="aligncenter size-medium wp-image-821" /></a></p>
<p><a href="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2012/05/uso-face-4.png"><img src="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2012/05/uso-face-4-298x300.png" alt="Usos dos grupos do Facebook" title="uso-face-4" width="298" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-822" /></a></p>
<p>Exceto pelo fato desta produção coletiva <strong>ficar aprisionada nos jardins murados do Facebook</strong>, é um excelente uso da ferramenta!</p>
<p><b>PS:</b>A publicacão das telas acima foi autorizada pelos integrantes do grupo!</p>
<p><a href="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2012/05/face-autorizacao.png"><img src="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2012/05/face-autorizacao-300x239.png" alt="" title="face-autorizacao" width="300" height="239" class="aligncenter size-medium wp-image-830" /></a></p>
<h2>Minha postura no FaceBook e outras Redes Proprietárias</h2>
<p>Para conteúdos que eu tenha produzido procuro <strong>hospedá-los em meus próprios domínios</strong> e somente colocar o apontador (link) nas redes sociais proprietárias (facebook, twitter, etc).</p>
<p>Assim garanto que os conteúdos continuarão sempre disponíveis no futuro, qualquer que seja a mudança nos <strong><a href="http://www.colnago.adv.br/termos-de-uso-e-privacidade-o-facebook/" title="uma discussão sobre os termos de serviços na rede">termos de serviço</a></strong> destas redes corporativas e proprietárias.</p>
<p>Evito participar de discussões nos grupos do Facebook pois considero que no longo prazo estes conteúdos ficarão perdidos no mar de publicações&#8230; e quando faço, procuro publicar o mesmo conteúdo nos meus espaços (blogue ou <a href="http://social.sergioflima.pro.br" title="Friendica, porque a rede é a internet!">minha instância do Friendica</a>).</p>
<p>Há várias considerações sobre por que publicar nosso conteúdo ou nossa expertise em redes corporativas e proprietárias é <strong>uma temeridade no médio e longo prazo</strong>&#8230; mas pra quem se interessa pelo assunto, um texto introdutório <strong><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/por-que-friendica" title="Por que Friendica?">pode ser lido aqui</a></strong>.</p>
<p>Você tem outros bons exemplos de usos do Facebook em Educação? Deixe-nos saber nos comentários deste texto!</p>
<p><b>[atualização]</b><br />
<a href="http://techditz.russwurm.org/blogs/2012/05/04/decentralized-social-networks-do-exist/" title="Redes Sociais Descentralizadas existem">Redes Sociais Descentralizadas existem (em inglês).</a><br />
<b>[/atualização]</b></p>
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		</item>
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		<title>#EdutecRio &#8211; 2011</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/edutecrio-2011/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/edutecrio-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 14:12:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Friendika]]></category>
		<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[edutecrio]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[[Aviso] Este texto sofrerá várias atualizações. Use o F5 com regularidade. Depois insiro os apontadores (links) para as pessoas e/ou projetos. Depois vou mudar a resolução das imagens. [/Aviso] Portões do teatro Oi Casa Grande abriram exatamente as 8:00h. Como bons brasileiros, já tinhamos, espontaneamente, formado uma fila. Retirada dos crachás e da bolsa com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>[Aviso]</strong><br />
Este texto sofrerá várias atualizações. Use o F5 com regularidade. Depois insiro os apontadores (links) para as pessoas e/ou projetos. Depois vou mudar a resolução das imagens.</p>
<p><strong>[/Aviso]</strong></p>
<p><a href="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2011/12/2011-12-06_08-00-16_510.jpg"><img src="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2011/12/2011-12-06_08-00-16_510.jpg" alt="" title="2011-12-06_08-00-16_510" width="2592" height="1944" class="alignleft size-full wp-image-674" /></a></p>
<p>Portões do teatro Oi Casa Grande abriram exatamente as 8:00h. Como bons brasileiros, já tinhamos, espontaneamente, formado uma fila.</p>
<p>Retirada dos crachás e da bolsa com vários brindes:</p>
<p><a href="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2011/12/2011-12-06_08-32-35_819.jpg"><img src="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2011/12/2011-12-06_08-32-35_819.jpg" alt="" title="2011-12-06_08-32-35_819" width="2592" height="1944" class="alignleft size-full wp-image-675" /></a></p>
<p>9:40h e ainda aguardávamos o início do evento, pra lembrar que estamos no Brasil.</p>
<p>Encontrei com <strong><a href="http://blogstoriasessenciais.blogspot.com/" title="Fátima Campilho">Prof. Fátima Campilho</a>  e Prof. Catarina e <a href="http://dicasdeciencias.com/about/" title="Profa. Andrea Poca">Profa. Andrea Poca</a></strong>.</p>
<p>Encontrei com o <a href="http://www.memedecarbono.com.br/" title="Roney">Roney</a> e rapidamente com a <a href="http://www.vivenciapedagogica.com.br/mary_martins.html" title="MaryGrace">MaryGrace</a>.</p>
<p><a href="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2011/12/2011-12-06_08-47-45_731.jpg"><img src="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2011/12/2011-12-06_08-47-45_731.jpg" alt="" title="2011-12-06_08-47-45_731" width="2592" height="1944" class="alignleft size-full wp-image-676" /></a></p>
<p>A palestra sobre games na educação, repetiu um pouco os lugares comuns, mas fez algumas boas provocações:<br />
- individualismo faz parte da formaçåo psicológica das crianças.<br />
- introduzir jogos na educação a partir do universo de interesse dos alunos.</p>
<p><strong>Robert Knezevic</strong> falou sobre como animações podem introduzir temas difíceis numa certa comunidade. Se atrapalhou com os vídeos (#troll culpa do Mac, que dizem ser intuitivo!) e me pareceu tentar vender um &#8220;produto&#8221;.</p>
<p>Palestra do <strong><a href="http://puraque.org.br/" title="Jader Gama">Jader Gama</a></strong>, foi uma das melhores  do #edutecrio. Falou sobre uso de <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre" title="Software Livre">software livre</a></strong> em <a href="http://puraque.org.br/" title="Projeto Puraque, excelente!">educação em Santarem</a>. (aprende @educopedia). Foi inspirador e usou muito bem os 13 minutos para expor ideias e inspirar!</p>
<p><a href="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2011/12/jader-edutecrio.jpg"><img src="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2011/12/jader-edutecrio.jpg" alt="" title="jader-edutecrio" width="1600" height="1200" class="alignleft size-full wp-image-684" /></a></p>
<p>Por lá, criaram um banco &#8220;fictício&#8221; para patrocinar os projetos educativos com uma moeda social(Vide foto) ganharam um prêmio do Banco do Brasil por isso <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Palestra da <strong>Marion Wilson</strong> uma Design que entrou para a educação usando artes como estratégia de aprendizagem.</p>
<p>Após parada para o lanche (coffebreak para quem gosta de estrangeirismos bestas) palestra do sempre <s>ótimo</s> excelente <b><a href="https://blog.ufba.br/nlpretto/">Nelson Pretto</a></b>, falando sobre <b>ética hacker</b>.</p>
<p><a href="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2011/12/nelson-prettp-edutec.jpg"><img src="http://emrede.blog.br/tics/wp-content/uploads/2011/12/nelson-prettp-edutec-300x225.jpg" alt="" title="nelson-prettp-edutec" width="300" height="225" class="aligncenter size-medium wp-image-685" /></a></p>
<p>É o tipo de palestra <strong>que gestores que torram dinheiro público com projetos &#8220;educacionais&#8221; usando tecnologias fechadas tinham que ouvir</strong>. Educação deve ser hackeável, usando o conhecimento local e o universal com possibilidade de <strong>remixagem</strong>. Para isso somente usando <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Software_livre" title="Software Livre">software livre</a> (FLOSS)</strong> e <b><a href="http://rea.net.br/" title="Comunidade REA Brasil">Recursos Educacionais Abertos (REA)</a></b>.</p>
<p>Antes que algum &#8220;careta&#8221; dissesse que as ideias espalhadas pelo <strong>Prof. Nelson Pretto</strong> fossem meras divagações filosóficas sem aplicação prática, <b>Felipe Sanches</b> subiu ao palco para falar dos <strong><a href="http://garoa.net.br/wiki/P%C3%A1gina_principal" title="Garoa Hackspaces">Hackerspaces</a></strong> e da questão da liberdade dos Softwares Livres. <strong><a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Hackerspace" title="Hackerspaces">Hackerspaces</a></strong> é um espaço para aprender botando a mão na massa.</p>
<p><b>Júlio Lúcio</b> falou do Arduíno e da ideia do hardware aberto. Destaque para a fala dele sobre o papel do professor e da Escola hoje: &#8220;<em>Orientar o aluno para aprender e não ensinar muitas coisas</em>&#8220;!</p>
<p><strong>Mabuse</strong> falou sobre como as apropriações da tecnologia pela escola são conservadoras. Chamou a atenção para a necessidade da Escola criar <strong>mais narrativas</strong> e desafios e menos &#8220;listas de temas&#8221;.</p>
<p><strong>Trabalhar o esforço</strong> através de Jogos na Educação. Olimpíada escolares organizadas de baixo para cima, com professores, numa plataforma de &#8220;rede social&#8221; chamada &#8220;<b><a href="http://www7.educacao.pe.gov.br/oje/">oje</a></b>&#8220;.</p>
<p>Jogos em Educação fomentam: autonomia, colaboração, pesquisa, aprendizagem, esforço&#8230;</p>
<p><H3>Resumo da Manhã</h3>
<p>Palestrantes brasileiros arrancaram palmas, especialmente <b>Nelson Pretto</b> e <b>Jader Gama</b>. E foram as palestras mais inovadoras, EMHO.</p>
<p>Dinâmica dos 13 minutos de palestra exige que o palestrante foque em alguns conceitos chaves e seja objetivo. A ideia é fomentar discussões não vender verdades/produtos!   Paixão na exposição das ideias, como era de se esperar, faz muita diferença.</p>
<p>Vamos parar para o almoço! (Que foi 0800!)</p>
<p>No almoço encontrei com uma colega de química (esquecei o nome e fiquei constrangido de perguntar). Fizemos &#8220;Física III&#8221; na UFRJ <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />   E ela trabalha no <strong><a href="http://www.cp2.g12.br" title="Colégio Pedro II">Colégio Pedro II</a></strong> (nem lembrava!). Pediu meu cartão para um possível projeto <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />   Ela trabalha com tecnologia na SEE-RJ(cedida).</p>
<p>14:10h &#8211; No auditório, congelando, arrumando os textos e editando fotos <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<h3>Atividades da Tarde</h3>
<p>Palestra  de <b>Patrick Crower</b> de uma produtora de historias com realidade aumentada e multiplataforma. Boa ideia mas me pareceu mais um vendedor de um produto caixa preta para educação, destes que alguns gestores adoram.</p>
<p><b>Sebu BjÖrklund</b> finlandês palestrou sobre uma plataforma de hardware para detectar emoções num jogo ou a experiência do usuário usando um dado aplicativo. Sinceramente, algo totalmente fora da realidade brasileira, talvez até mesmo para países desenvolvidos, hoje.</p>
<p>Modesto o cara, disse que a Finlândia está no top da educação mundial. Explicou que o projeto deles se aplica ao contexto sócio-econômico-cultural da Finlândia.</p>
<p>O pessoal do &#8220;apoio&#8221; andou deixando os palestrantes na mão!</p>
<p><b>Tai Chiang Loong</b> &#8211; Malasiano fala sobre e-learning na Malásia. Aparentemente mais um vendedor de produtos fechado. Nem teve tempo de apresentar o seu projeto&#8230;</p>
<p><b>Marc GoodChild (BBC)</b> fala sobre o papel da televisão para a educação. Comenta da crescente convergência da TV com os aplicativos móveis (tablet, celulares, notebooks). </p>
<p>Apresentou um software que eles estão desenvolvendo (zeebox)  para acompanhar o que as pessoas estão falando sobre os diversos programas da TV (Na Inglaterra).</p>
<h3>Uma Síntese</h3>
<p>É sempre bom parar um dia para ouvir ideias (e práticas) inovadoras em Educação ou que permitam que a Educação efetivamente ocorra.</p>
<p>Mesmo filtrando os vendedores de tecnologia foi muito legal ver como as ideias mais inspiradoras em Educação passam por colaboração (de verdade), remixagem e padrões abertos.</p>
<p>Não é a tecnologia que vai &#8220;salvar&#8221; a educação. Mas é a apropriação crítica e sensata de algumas tecnologias (abertas, livres) que poderá potencializar as mudanças desejadas na Educação.</p>
<h3>Pontos Positivos e Negativos do Edutecrio</h3>
<h5>Positivos</h5>
<ul>
<li>Encontrar as Pessoas;</li>
<li>Trocar ideias olho no olho;</li>
<li>Ouvir narrativas (ok, gostei do jargão) inpiradoras;</li>
<li>Infra-estrutura do evento.</li>
</ul>
<h5>Negativos</h5>
<ul>
<li>1h e 40 minutos de atraso;</li>
</ul>
<p><b>PS:</b>Eu tinha um compromisso profissional e precisei sair antes do último bloco de palestras (17:40h). Mas no trânsito complicado de volta para Jacarepaguá, vi/ouvi pelo <a href="https://market.android.com/search?q=edutecrio&#038;so=1&#038;c=apps" title="app do edutecrio">aplicativo do #edutecrio para Android</a> a palestra <strong>Trix and Track</strong>, a dos Italianos e a do <a href="http://rafaelparente.blogspot.com/" title="Rafael Parente">Rafael Parente</a>. Esta última, ouvi com alguns trechos picotados da fala (por conta do sinal da Claro).</p>
<p><strong>PS:</strong> Conversando rapidamente com (<s>até li o nome dele no crachá mas não consigo lembrar</s> <b>Douglas</b>) o cara que está por trás do twitter do oficial do evento (<a href="http://twitter.com/edutecrio">@edutecrio</a>) concluímos/concordamos que as pessoas, em geral, tem dificuldade de lidar com a crítica. Isto é, as pessoas acham que elas só devem elogiar as coisas e deixam de ser realistas com os eventuais problemas. <strong>Não existe perfeição</strong>. Apontar os problemas é uma forma de contribuir para eventos melhores, simples assim.</p>
<p>O que, <strong>você esteve por lá ou assistiu a transmissão em vídeo</strong>? <a href="http://emrede.blog.br/tics/blog/edutecrio-2011/#respond" title="Hei, entre na conversa!">Conte-nos (nos comentários)</a> sobre seu ponto de vista, o que gostou, indique as fotos/vídeos que fez&#8230; enfim, participe das conversações!</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Qual a melhor Rede Social para uma Escola?</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/qual-a-melhor-rede-social-para-uma-escola/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/qual-a-melhor-rede-social-para-uma-escola/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 15:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Analisando os logs de acesso a este blogue reparei que uma pergunta que costuma trazer visitantes pra cá é a que está no título deste texto: Qual a melhor rede social para a minha escola? Esta pergunta não tem uma resposta única e vai depender de, basicamente, três aspectos principais: Qual o Projeto Pedagógico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução</h2>
<p>Analisando os logs de acesso  a este blogue reparei que uma pergunta que costuma trazer visitantes pra cá é a que está no título deste texto: <strong>Qual a melhor rede social para a minha escola?</strong></p>
<p>Esta pergunta não tem uma resposta única e vai depender de, basicamente, três aspectos principais:</p>
<ul>
<li>Qual o Projeto Pedagógico da Escola?</li>
<li>Qual a expertise do pessoal de TI da Escola?</li>
<li><a href="http://www.aprendendoemrede.info/fazendo-um-levantamento-do-perfil-tecnologico-dos-alunos/" title="Fazendo um levantamento do perfil tecnológico dos alunos">Qual o perfil tecnológico da comunidade escolar</a>?</li>
</ul>
<p>Uma resposta parcial, pode ser encontrada  no texto: <strong><a href="http://www.aprendendoemrede.info/3-aplicativos-de-redes-sociais-potencialmente-educativos/" title="Qual a melhor rede social para a asua escola?">3 aplicativos de redes sociais potencialmente educativos</a></strong>.</p>
<p>Uma resposta mais realista, deve ser sempre pensada junto com os professores da escola. Pois afinal, nenhuma decisão que não leve em conta os gostos e necessidades dos professores poderá ter êxito (no médio e/ou longo prazo) em qualquer Escola!<strong> Evite  basear a sua decisão apenas em opiniões de &#8220;especialistas em redes sociais&#8221;</strong>. Acredite, os seus professores, sabem muito mais sobre a sua escola e seus alunos do que eles!</p>
<p><strong>[atualização]</strong><br />
Aqui um texto bem legal <a href="http://educacaolivreparapensar.blogspot.com/2011/09/alunos-e-professores-amigos-no-facebook.htm">discutindo Facebook e Escola</a>!<br />
<strong>[/atualização]</strong></p>
<p><strong>Sua Escola faz uso de Redes Sociais</strong>?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>3  aplicativos de redes sociais potencialmente educativos</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/3-aplicativos-de-redes-sociais-potencialmente-educativos/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/3-aplicativos-de-redes-sociais-potencialmente-educativos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 14:26:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Ok, aplicativos de redes sociais viraram hype e, potencialmente, podem favorecer aprendizagens compartilhadas, descentralizadas, colaborativas e (coloque aqui sua tag pedagógica da moda!)&#8230; Na verdade só farei uma descrição bem rápida e rasteira dos 3 aplicativos de redes sociais que estou usando/testando com um ping-pong rápido&#8230; Os Aplicativos Friendika O mais crú dos 3, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução</h2>
<p>Ok, aplicativos de <strong>redes sociais</strong> viraram <a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/o_que_e_um_hype">hype</a> e, potencialmente, podem favorecer <strong>aprendizagens compartilhadas, descentralizadas,  colaborativas</strong> e (<em>coloque aqui sua tag pedagógica da moda!)</em>&#8230;</p>
<p>Na verdade   só farei uma descrição bem rápida e rasteira dos 3 aplicativos de redes sociais que estou usando/testando com um ping-pong rápido&#8230;</p>
<h2>Os Aplicativos</h2>
<h3><a href="http://project.friendika.com/">Friendika</a></h3>
<p>O mais crú dos 3, pois ainda em franco desenvolvimento, mas com muitas potencialidades técnicas:<br />
<b>Pontos Fortes</b></p>
<ul>
<li>Você <a href="http://social.sergioflima.pro.br/">instala no seu servidor</a> e  tem controle completo sobre seus dados.</li>
<li>Você <a href="http://social.sergioflima.pro.br/help/Connectors">pode conversar com outras redes</a> (Identi.ca, Twitter, Facebook, Diáspora, etc (qualquer rede que tenha RSS ou use protocolos abertos!)</li>
<li>Com um ótimo suporte para sub-conjunto de contatos (turmas, projetos &#8211; a mesma ideia dos Círculos do G+).</li>
<li>Você pode instalar no seu servidor!</li>
<li>Software Livre <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </li>
</ul>
<p><b>Pontos Fracos</b></p>
<ul>
<li><s>Um pouco lenta</s>. (Da versão 2.2.1081 em diante há uma boa performance);</li>
<li>Ainda com poucos recursos úteis (<s>cliente para dispositivos móveis</s> (<a href="http://social.sergioflima.pro.br/display/oigreslima/6037" title="Cliente Android para Friendika">Já tem para Android</a>), interface otimizada para telas pequenas, etc..)</li>
<li>Precisa de servidor próprio (É um ponto fraco relativo!).</li>
<li>Requer um mínimo de expertise técnica.</li>
</ul>
<p><b>[Atualização]</b><br />
Um excelente texto que descreve o que está em jogo na escolha do <b>Friendika</b> <a href="http://teia.bio.br/node/4697" title="Friendika, privacidade e liberdade">pode ser lido aqui</a> de autoria do <strong><a href="http://social.teia.bio.br/display/aracnus/" title="Frederico no Friendika">Frederico &#8220;aracnus&#8221; Gonçalves</a></strong>.<br />
<b>[/Atualização]</b></p>
<h3><a href="http://aprendendofisica.net/rede/sobre/">BudyPress + WordPress</a></h3>
<p>O mais maduro  e <a href="http://aprendendofisica.net/rede/">o que eu tenho mais tempo de uso</a>. Mais amigável, mais desenvolvedores trabalhando e o mais pronto para   começar a usar agora.<br />
<b>Pontos Fortes</b></p>
<ul>
<li>Muitos recursos (publicação, fóruns, micro-textos, rss,)</li>
<li>Muitos templates prontos e otimizados para telas grandes ou pequenas de modo automático.</li>
<li>Aplicativo de administração para Android.</li>
<li>Você no controle dos seus dados!</li>
</ul>
<p><b>Pontos Fracos</b></p>
<ul>
<li>Precisa de servidor próprio (É um ponto fraco relativo!).</li>
<li>Requer um mínimo de expertise técnica.</li>
</ul>
<h3><a href="http://plus.google.com">Google Plus</a></h3>
<p>O novo <a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/o_que_e_um_hype">hype</a> do momento! É desenvolvida por um grande jogador da web 2.0.<br />
<b>Pontos Fortes</b></p>
<ul>
<li>Seus dados podem ser exportados.</li>
<li>Não requer expertise técnica nem servidor próprio.</li>
<li>Muitos recursos e otimizado para telas pequenas.</li>
<li>Com um ótimo suporte para sub-conjunto de contatos (turmas, projetos).</li>
</ul>
<p><b>Pontos Fracos</b></p>
<ul>
<li>Você não está no controle dos dados.</li>
<li>mimimi privacidade.</li>
</ul>
<p>Por que não <strong>Facebook</strong>? Algumas considerações, <a href="http://www.aprendendoemrede.info/facebook-na-educacao/" title="Facebook na Educação">aqui</a>!</p>
<h2>Fechando a Conversa</h2>
<p>Tenha em mente que as questões técnicas são apenas uma parte da questão do uso de tecnologias informacionais em contextos educacionais:</p>
<p>&#8220;<i><a href="http://www.aprendendoemrede.info/como-criar-um-edublogue-parte-1/">Embora “peopleware” e pedagogia sejam mais determinantes que a tecnologia em si, como veremos a seguir, a escolha da ferramenta adequada nos poupará trabalho e nos permitirá gastar tutano nas coisas que realmente são as mais importantes (para um &#8211; coloque aqui a <em>tecnologia hype da moda</em>!): Criar Comunidades de Aprendizagem em torno de um &#8211; <strong>tecnologia hype da moda</strong></a>.</i></p>
<p>Quais suas sugestões/experiências com aplicativos de redes sociais em contextos educacionais?</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://emrede.blog.br/tics/blog/3-aplicativos-de-redes-sociais-potencialmente-educativos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>8</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Redes Sociais e Educação (novamente)</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/redes-sociais-e-educacao-novamente/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/redes-sociais-e-educacao-novamente/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Jul 2011 00:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Eu entendo que o jornalista te faça perguntas e edite suas respostas para que caiba no espaço que ele tem para a matéria. Mas acho inadmissível que ele invente coisas. Que diga que você afirmou coisas que você não disse. Numa entrevista para uma matéria sobre Redes Sociais e Educação a matéria diz: &#8220;Lima [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Introdução</h1>
<p>Eu entendo que o jornalista te faça perguntas e edite suas respostas para que caiba no espaço que ele tem para a matéria. Mas<strong> acho inadmissível</strong> que ele invente coisas. Que diga que você afirmou coisas que você não disse.</p>
<p>Numa entrevista para <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5215388-EI8266,00.html" title="Redes Sociais e Educação no Terra">uma matéria sobre <strong>Redes Sociais e Educação</strong></a> a matéria diz:</p>
<p>&#8220;<i>Lima conta que a ideia de criar uma rede somente para isso veio depois que suas tentativas de usar Twitter e Facebook foram frustradas. &#8220;Os jovens não querem postar conteúdos educacionais em seus perfis. Eles não gostam de misturar as coisas&#8221;, afirma.(&#8230;)&#8221;</i></p>
<p><strong>Eu nunca disse isso!</strong>  Colo abaixo (aprendi com o <a href="http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/" title="Blogue da Petrobrás">blogue da Petrobras</a>) as perguntas e minhas respostas para que vocês possam tirar suas conclusões!</p>
<h1>Perguntas e Respostas</h1>
<p><strong> O uso de redes sociais funciona em sala de aula?</strong></p>
<p>Sim e Não! Depende do que convencionarmos chamar de &#8220;funcionar&#8221; <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Como? Pode-se usar as &#8220;redes sociais&#8221; para se fazer &#8220;mais do mesmo&#8221;:<br />
Dispor recursos educacionais, exercícios, tarefas escolares e ajudar os<br />
alunos nas atividades para além da sala de aula. Isso, até tem  o seu<br />
valor. Mas, na minha opinião, é subutilizar as possibilidades das &#8220;redes<br />
sociais&#8221;.</p>
<p>As redes sociais podem, tembém, tentar produzir pequenas contra-hegemonias<br />
no modo como a Escola funciona. Podem tentar deslocar o centro de<br />
gravidade da Escola de um &#8220;espaço de ensino&#8221; para um &#8220;espaço de<br />
aprendizagens&#8221;.</p>
<p>Evidentemente que construir essas &#8220;pequenas contra-hegemonias possíveis&#8221; é<br />
tarefa árdua, pois:<br />
1 &#8211; Dá trabalho para todos que se envolvem com essas &#8220;contra-hegemonias&#8221;!<br />
2 &#8211; Precisa romper com toda uma cultura escolar de nota, de currículos<br />
estáticos, de tempos rígidos para programas e etc.<br />
3 &#8211; Ir além do &#8220;reme-reme&#8221; da Escola tradicional, pode incomodar alunos,<br />
gestores e o &#8220;status quo&#8221; estabelecido!</p>
<p><strong>&gt;De que forma pode  contribuir para a educação?</strong></p>
<p>As &#8220;redes sociais&#8221; podem recolocar os alunos no centro da aprendizagem. As<br />
&#8220;redes sociais&#8221; podem intensificar as interações tão badaladas em teorias<br />
de aprendizagem (sócio-interacionismo[3] de Vygotsky ou Conectivismo[4] de<br />
Siemens) de uma maneira  nunca antes experimentada pela escola. As &#8220;redes<br />
sociais&#8221; permitem que as possibilidades de aprendizagem possam ocorrer<br />
para além do espaço e tempo da &#8220;sala-de-aula&#8221;.  As &#8220;redes-sociais&#8221; podem<br />
&#8220;catalizar&#8221; a reinvenção da escola!</p>
<p>3 &#8211; http://pt.wikipedia.org/wiki/Teorias_da_aprendizagem<br />
4 &#8211; http://miriamsalles.info/wp/?p=3195</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt; Muitos educadores afirmam que pode desviar a atenção do aluno do conteúdo.<br />
&gt; O  que você acha isso?</strong></p>
<p>Acho que realmente as &#8220;redes sociais&#8221; podem desviar e também podem<br />
aproximar os alunos dos &#8220;conteúdos&#8221; escolares! Um aluno, em particular,<br />
poderia desviar sua atenção sobre como se calcula a transposta de uma<br />
matriz quadrada (mas isso poderia não  lhe servir de todo jeito mesmo). E<br />
este mesmo aluno poderia descobrir como a física é muito mais do que<br />
memorizar um monte de fórmulas sem sentido!</p>
<p>O que quero dizer é que o problema talvez não seja a inadequação das<br />
&#8220;redes sociais&#8221; aos contextos educacionais, mas sim, a inadequação dos<br />
programas (dos tão sacralizados conteúdos escolares) e do modo como se<br />
organiza e funcionam nossas escolas atuais!</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt; Quando você começou a usar as redes sociais nas suas aulas?</strong></p>
<p>Minhas primeiras &#8220;experiências&#8221; começaram em 2004 com o uso dos blogues em<br />
contextos educacionais<br />
(http://fisica2cec.blogspot.com/2004/02/primeira-pesquisa.html) e de lá<br />
pra cá tenho tentado inserir (criticamente), tanto quanto é possível, as<br />
tecnologias de Informação e Comunicação no meu trabalho docente.</p>
<p><strong>&gt;Como tem sido  a  participação dos alunos?</strong></p>
<p>Resumidamente, eles participam mais nas atividades que valem nota e<br />
participam pouco naquelas que não tem uma nota como um &#8220;incentivo&#8221;.</p>
<p><strong>&gt; Acha que aumentou o interesse deles nas aulas?</strong></p>
<p>De um modo geral não há um aumento de interesse, por parte dos alunos, nas<br />
aulas. O que ocorre é uma maior variadade de oportunidades de aprender!<br />
Aqueles que, por algum motivo, não conseguem aprender apenas no tempo da<br />
escola podem agora, no seu próprio tempo, na interação com outros colegas<br />
ou com o &#8220;conhecimento produzido na rede&#8221;, aprender o que não o fizeram no<br />
&#8220;tempo/espaço&#8221; da escola.</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt; Você criou uma rede social para usar durante as aulas. Como funciona?<br />
&gt; Quando<br />
&gt; surgiu a idéia? Os alunos gostam?</strong></p>
<p>A ideia é usar a rede social do Aprendendo<br />
Física(http://aprendendofisica.net/rede) para ampliar as possibilidades de<br />
aprendizagens colaborativas. Como ela está lá, aproveito também para<br />
dispor recursos educacionais para os alunos. Basicamente os alunos se<br />
cadastram na rede e alguns &#8220;projetos de aprendizagem&#8221; são organizados,<br />
discutidos e publicados na mesma.</p>
<p>Alunos e professor podem interagir para além da sala de aula em torno de<br />
&#8220;objetivos educacionais&#8221; bem definidos.  Infelizmente a maior parte dos<br />
alunos entende a rede como um espaço para apresentar os &#8220;trabalhos<br />
escolares&#8221;. Há, ainda, pouca interação entre eles ou em torno dos<br />
projetos, ainda que exista outras interações dentro da rede.</p>
<p>Isto, parece ser, uma evidência de que o uso desta &#8220;rede social&#8221;, por uma<br />
única disciplina, ainda é somente um ponto fora da curva dentro da &#8220;forte<br />
rotina escolar&#8221; deles.</p>
<p>Há alunos que não gostam da rede, pois as atividades lhes dão mais<br />
trabalho do que outras mais burocráticas (entregar algo por escrito ou<br />
fazer um teste/prova). Há aqueles que gostam. Não tenho um feedback<br />
quantitativo sobre isto.</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt; Você faz uso somente desta rede, ou também usa twitter, ou facebook?</strong></p>
<p>Eu faço somente uso desta rede (já tentei, timidamente, usar o<br />
BUZZ(http://www.google.com/buzz?hl=pt-BR), mas sem muito sucesso). Acho<br />
que usar o twitter, para fins educacionais, é uma inadequação pois há<br />
muitas outras ferramentas que podem ser muito mais efetivas para isso. Um<br />
argumento mais extenso sobre este ponto pode ser lido aqui:</p>
<p>http://www.aprendendoemrede.info/5-motivos-para-nao-se-usar-microblogues-em-educacao/</p>
<p>O facebook pode até ser mais adequado (que o twitter)! Mas, para o longo prazo, não acho adequado entregar a produção coletiva de um grupo a terceiros. Se amanhã eles resolverem mudar os termos de serviço? Toda a inteligência construída por um coletivo de aprendentes pode ficar inacessível ou o uso deste serviço pode ficar inviabilizado. Se você acha que sou paranóico com isso,  já tivemos um caso/exemplo deste problema com<br />
o NING:</p>
<p>http://www.aprendendoemrede.info/3-licoes-que-os-professores-podem-aprender-com-o-ning/</p>
<p>PS: Eu criei minha rede no NING (http://aprendendofisica.ning.com) e<br />
quando eles mudaram os termos de serviço, toda nossa produção por lá ficou<br />
inacessível (eu fiz os backups e os tenho, mas o importante é que aquele<br />
espaço ficou inacessível  para a nossa comunidade!)</p>
<p>Uma discussão mais extensa sobre  Facebook  na educação (na verdade, 3<br />
argumentos porque EU não o usaria) está aqui:</p>
<p>http://www.aprendendoemrede.info/facebook-na-educacao/</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt; Acha que o uso do twitter durante as aulas também pode ser eficaz? Como?</strong></p>
<p>Não, não acho que twitter em educação seja eficaz. Twitter incentiva a<br />
&#8220;não reflexão&#8221;, o imediatismo e a irrelevância (no caso geral).   Pode até<br />
ser usado em casos específicos, (hackeado para fins educacionais:<br />
http://www.botanicalls.com/kits/). Mas, no caso geral, acho um mero<br />
modismo! Um uso apenas pelo &#8220;hype&#8221; (mas sou opinião minoritária sobre<br />
isso) rs</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt;<br />
&gt; É basicamente isso<br />
&gt;<br />
&gt; Fico no aguardo</strong></p>
<p>Desculpe, Renata, se não consegui ser mais sucinto mas, qualquer dúvida<br />
adicional, sinta-se a vontade para perguntar.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Facebook na Educação</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/facebook-na-educacao/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/facebook-na-educacao/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 May 2011 15:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Com o lançamento do Guia do Facebook para Educadores, que ainda não tive tempo de ler, é possível que muitos educadores &#8220;deslumbrados&#8221; com o uso das TICs na Educação se sintam entusiasmados para experimentá-lo em suas práticas educativas. Acho louvável o espírito de experimentação e inovação em educadores (e em qualquer profissional!), mas acho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução</h2>
<p>Com o lançamento do <strong><a href="http://facebookforeducators.org/" title="Guia do facebook para Educadores">Guia do Facebook para Educadores</a></strong>, que ainda não tive tempo de ler, é possível que muitos educadores &#8220;deslumbrados&#8221; com o <a href="http://emrede.blog.br/tics/" title="Assessoria de uso das TICs em Educação">uso das TICs na Educação</a> se sintam entusiasmados para experimentá-lo em suas práticas educativas.</p>
<p>Acho louvável o  espírito de experimentação e inovação em educadores (e em qualquer profissional!), mas acho também igualmente (ou até mais) louvável o espírito crítico para fazer escolhas sensatas e não apenas surfar <strong><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/o_que_e_um_hype" title="O que é um Hype?">hypes</a></strong> em busca de uma &#8220;<em>tag de inovador</em>&#8220;!</p>
<p>Não precisamos procurar muito, caro leitor,  para observar vários projetos de uso de <strong>TICs em Educação</strong>, que se autodenominam &#8220;inovadores&#8221; mas que simplesmente dão <strong>roupagem tecnológica</strong> às mesmas velhas práticas educacionais do Século XIX: <em><strong>Uso de Tecnologia para Transmitir conteúdos disciplinares previamente escolhidos pelos &#8220;ensinadores&#8221; </strong></em>.</p>
<p>Porque a questão da <strong>escolha de uma plataforma/tecnologia/ferramenta</strong> para o <strong>desenvolvimento de práticas educativas</strong> não é uma questão trivial e muito menos neutra pretendo <strong>expor três considerações</strong> sobre o tema,  que devem ser entendidos como um convite para a reflexão conjunta e não um veredicto final.</p>
<h2>#1 &#8211; Virtual Versus Presencial</h2>
<p>De cara, eu gostaria de  trazer a baila um certo mito que se faz em relação aos aplicativos com ênfase em &#8220;interações sociais&#8221;. Sem entrar no mérito do que é uma <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/sites_de_rede_social_e_apropriacao_uma_discussao.html" title="Raquel Recuero é a melhor pessoa para nos explicar sobre isto">Rede Social</a> eu me pergunto se faz sentido <a href="http://lousadigital.blogspot.com/2011/05/alunos-e-professores-nas-redes-sociais.html" title="Alunos e Professores em Redes Sociais">ter posturas diferentes, no relacionamento com alunos, colegas e comunidade escolar no presencial e no virtual</a>?</p>
<p>Do modo como eu vejo as coisas, embora existam especificidades no presencial e no virtual, a postura do professor deve ser a mesma. Respeito, diálogo e um distanciamento saudável entre seu lado profissional e pessoal/privado. <strong>Não me parece que deva haver uma postura diferenciada no presencial e no virtual</strong>!</p>
<p>O que cada um julga inadequado no presencial também será no virtual (e vice-versa). Você pode ser amigo dos seus alunos, MAS VOCÊ NÃO DEVE SER UM COLEGA DOS SEUS ALUNOS! Você pode criar um ambiente para que seus alunos sintam-se a vontade para errar e perguntar nas situações de aprendizagem, mas você não deveria (em minha opinião) estabelecer vínculos de intimidade com seus alunos, no caso geral!  Bom senso é a regra de ouro! <strong>E não há nenhum motivo para que os limites do bom senso sejam diferentes entre o virtual e o presencial!</strong></p>
<p>Logo o que você não faria (ou não deveria fazer) no presencial continua não fazendo (ou não devendo fazer) em qualquer ambiente virtual e ponto final!</p>
<h2>#2 &#8211; Sua Produção estará disponível no Médio/Longo Prazo?</h2>
<p>Quando se pensa no uso do Facebook como plataforma de aprendizagens você deveria se preocupar em ler as letras miúdas dos <a href="http://www.facebook.com/terms.php?ref=pf" title="Termos de Serviço do facebook">termos de serviço do mesmo</a>. Será que seu conteúdo publicado lá continuará sendo seu, terá garantias de disponibilidade no médio e longo prazo?  Uma boa discussão, em português, dos termos de serviço do facebook <strong> <a href="http://www.colnago.adv.br/termos-de-uso-e-privacidade-o-facebook/" title="aspectos legais do Facebook">pode ser lida aqui</a></strong>. Saiba que <strong>ao dispor seu conteúdo no Facebook você automaticamente o autoriza a usá-lo como quiser sem lhe pagar nada!<br />
</strong></p>
<p>Um outro ponto importante, ao meu ver, é que se eles quiserem mudar os termos de serviço no futuro, em benefício próprio, você não poderá fazer muita coisa a não ser chorar sobre o leite derramado como <a href="http://www.aprendendoemrede.info/3-licoes-que-os-professores-podem-aprender-com-o-ning/" title="o que podemos aprender com o NING">já aconteceu com o NING</a>! E se você acha que estou sendo alarmista <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/twitpic-muda-termos-de-uso-e-irrita-usuarios/" title="Twitpic muda seus termos de serviço">veja o que <strong>JÁ</strong> ocorreu com o Twitpic&#8230;</a></p>
<h2>#3 &#8211; Gerencie sua Produção</h2>
<p>Se por uma lado é verdade que conteúdo, hoje, virou <a href="http://www.infoescola.com/economia/commodities/" title="O que são commodities?">commodities</a> é igualmente verdade que só  um gerenciamento estratégico da sua produção on-line poderá agregar (ou não) valor ao seu conteúdo. Assim, eu continuo achando que, no longo prazo, é uma temeridade deixar que serviços de terceiros gerenciem seu conteúdo:</p>
<p>&#8220;<i><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/blogefisica/2008/06/10/tics-para-professores-parteiii" title="Um kit minimalista para professores">Como você pode notar, ter um domínio com o seu nome ou com a sua marca/empresa reforça, também no campo simbólico, a sua presença na web!</p>
<p>Mas, mais do que isto, é uma maneira eficaz de gerenciar de modo centralizado (e simplificado) toda a sua produção na web! Acredite, vivemos uma web de escrita e leitura. E quando você se der conta, terá publicado uma enorme quantidade de conteúdo e, facilitará a vida de quem o procura que ele esteja acessível de um lugar centralizado.</p>
<p>Ter um domínio próprio pode implicar num pequeno trabalho inicial. Por outro lado, o seu crescimento e suas experimentações não ficarão espalhadas pelo ciberespaço pulverizando sua presença na web.</a></i>&#8221;</p>
<h2>Uma Última Consideração</h2>
<p>Nos três pontos acima,  chamei a atenção das principais preocupações que um <strong>educador crítico</strong> deveria  ter antes de resolver usar Plataformas de Terceiros para seus projeto educacionais. Entretanto, não podemos fechar os olhos para o fato, irrefutável, que uma grande massa dos nossos alunos (presentes, passados e futuros) estarão nestas &#8220;Plataformas de Redes Sociais&#8221;.</p>
<p>Assim, num próximo texto aqui no blogue, pretendo pensar (junto com vocês) como utilizar este fluxo informacional que poder ser gerado nestas plataformas sociais, de modo que seja lucrativo e seguro para todos. </p>
<p>Se você já pensou sobre o tema, sinta-se a vontade para comentar (com mais de 140 caracteres) aqui nos comentários ou no seu blogue (e deixe-me saber!) sobre esta e/ou outras questões correlatas.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>3 lições que os professores podem aprender com o NING</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/3-licoes-que-os-professores-podem-aprender-com-o-ning/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/3-licoes-que-os-professores-podem-aprender-com-o-ning/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 12:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
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		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.aprendendoemrede.info/?p=329</guid>
		<description><![CDATA[Introdução Como todos já devem saber, o NING pretende mudar seu modelo de negócios e, possivelmente, acabar com todas as contas gratuitas. Além de todo chororô e alvoroço, professores que tem redes no NING já começam a pensar em alternativas. Alguns colegas já botaram o pé na estrada e começaram a desbravar as alternativas: Alternaivas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Introdução</h3>
<p>Como todos já devem saber, o <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> pretende mudar seu modelo de negócios e, possivelmente, <a href="http://creators.ning.com/group/braziliancreators/forum/topics/ning-nao-sera-mais-gratuito" title="discussão no forum do NING">acabar com todas as contas gratuitas</a>. Além de todo chororô e alvoroço, professores que tem redes no <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> já começam a  pensar em alternativas. Alguns colegas já botaram o pé na estrada e começaram a desbravar as alternativas:</p>
<ul>
<li><a href="http://miriamsalles.info/wp/?p=5720" title="Alternativas ao NING">Alternaivas ao NING I</a> &#8211; Por <strong>Mirian Salles</strong>;</li>
<li><a href="http://miriamsalles.info/wp/?p=5729" title="Alternativas ao NING">Alternativas ao NING II</a> &#8211; Por <strong>Mirian Salles</strong>;</li>
<li><a href="http://internetnaeducacao.blogspot.com/2010/04/alternativas-para-o-ning.html" title="Alternativas ao NING">Alternativas ao NING</a> &#8211; Por  <strong>Fátima Franco</strong>;</li>
<li><a href="http://mashable.com/2010/04/18/ning-alternatives/" title="Alternativas ao NING">Alternativas ao NING</a> pelo <strong>Mashable</strong>.</li>
</ul>
<p>Como se pode ver, o problema nem será tanto as alternativas, mas eventualmente o trabalho que se poderá ter para se efetuar a migração de dados e usuários do <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> para a nova plataforma escolhida.</p>
<p>Enquanto o momento desta eventual migração não chega, que tal os professores que têm criado suas redes sociais para fins educacionais pensarem um pouco que lições podem tirar deste episódio?</p>
<h3>As Três Lições</h3>
<h4>Lição #1 &#8211; Preciso mesmo desta tecnologia?</h4>
<p>Tudo aquilo que é simples, fácil e gratuito se torna tentador e, via de regra, professores (e profissionais de um modo geral) tem a mania de achar que <em>&#8220;mais é mais&#8221;</em> em educação (e em todas as áreas). <strong><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/blogefisica/2008/06/06/um-kit-minimalista-de-tics-para-professo" title="Minimalismo Tecnológico">Mas não é</a></strong>!</p>
<p>Tem redes no <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> para 1 turma, para grupos de estudo (pequenos), para eventos isolados e etc&#8230; O que proponho para a reflexão é:  <em>uma plataforma de interação e produção de conteúdos, como o <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> e suas alternativas, não seria um &#8220;<em>tiro de canhão para se matar uma mosca</em>&#8221; para uma grande parte das necessidades de professores ou grupos de aprendentes?</em></p>
<p>Não seria possível criar um ambiente de interação, conversações e produção coletiva de conhecimento e/ou conteúdo <a href="http://www.aprendendoemrede.info/como-criar-um-edublogue-parte-1/" title="Como Criar um edublogue?">usando apenas um blogue</a>?</p>
<h4>Lição #2 &#8211; A plataforma que escolhi facilita migrações futuras?</h4>
<p>Muita, mas muita gente boa de educação (e fora dela) acha que o fato de algo ser gratuito é condição suficiente para se adotar como solução tecnológica.</p>
<p>Não consideram o fato, importantíssimo, de que se <strong>a tecnologia usa padrões fechados e/ou proprietários você está entrando num aprisionamento tecnológico.</strong></p>
<p>Quaisquer que sejam os objetivos educacionais, que tenham como horizonte o médio e longo prazo, deve-se olhar atentamente se a solução adotada permitirá, <strong>caso seja necessário</strong>, uma migração para outra solução sem impossibilidades técnicas. </p>
<p>Isto só é possível com <strong>soluções e/ou tecnologias que utilizem padrões abertos, documentados e livres!</strong></p>
<p>Se você resolver migrar sua rede do <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> para outra plataforma correlata, procure observar com atenção este detalhe.</p>
<h4>Lição #3 &#8211; Soluções gratuitas são adequadas para o longo prazo?</h4>
<p>Como eu <a href="http://www.aprendendoemrede.info/como-criar-um-edublogue-parte-1/" title="Como criar seu edublogue - parte 1">já disse antes</a>:</p>
<p>&#8220;<em>Embora “peopleware” e pedagogia sejam mais determinantes que a tecnologia em si, como veremos a seguir, a escolha da ferramenta adequada nos poupará trabalho e nos permitirá gastar tutano nas coisas que realmente são as mais importantes: <strong>Criar Comunidades de Aprendizagem em torno de uma plataforma</strong>.</em>&#8221;</p>
<p>A maior parte de nós professores já temos muitas tarefas a realizar na tentativa de construir práticas educativas adequadas ao nosso contexto educacional e eficazes para que os alunos aprendam e, mais importante de tudo, aprendam como se aprende.</p>
<p>É natural que escolhamos, num primeiro momento,  plataformas gratuitas e simples para as nossas experiências de construção/animação de comunidades de aprendizagem. Mas, na medida que vislumbramos um caminho a seguir (e, em educação, <strong>será sempre de médio e longo prazo!</strong>) precisamos refletir se soluções gratuitas não contribuirão para que a produção de nossa comunidade fique dispersa na rede no médio e longo prazo.</p>
<p>Não valerá a pena, para um horizonte de médio e longo prazo, se pensar em <strong><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/blogefisica/2008/06/10/tics-para-professores-parteiii" title="Por que ter um domínio próprio!">um domínio próprio e um maior controle da produção</a></strong> da sua comunidade de aprendizagem?</p>
<p>Mesmo que individualmente você não tenha facilidades com as tecnologias necessárias para manter suas soluções por sua própria conta, <strong>não valerá a pena, juntar-se a outros professores e organizarem &#8220;um condomínio&#8221; para a produção deste coletivo</strong>?</p>
<p><strong>[atualização]</strong><br />
Um exemplo de &#8220;condomínio&#8221; ou de solução coletiva para redes sociais em educação é o <strong><a href="http://sleducacional.org/" title="Software Livre em Educação">SLEducacional</a></strong>!<br />
<strong>[/atualização]</strong></p>
<p>A ideia de que vivemos em rede (não mais sozinhos nas nossas escrivaninhas) precisa ser <strong>traduzida em práticas mais coletivas e colaborativas!</strong></p>
<p>Uma solução paga, para um coletivo, pode ser mais barata do que um cafezinho por dia. Não que eu defenda que não possa existir o &#8220;<a href="http://tdeduc.zip.net/arch2010-04-18_2010-04-24.html#2010_04-18_15_27_59-8499354-0" title="Prof. Simao Pedro dicute o assunto">almoço grátis!</a>&#8220;, mas o ponto crucial é: <em>se você acredita no seu trabalho, por que não investir, <strong>um pouco</strong>, para que ele <strong>tenha garantia de presença e organização na web no médio e longo prazo?</strong><br />
</em></p>
<h3>Conclusões provisórias</h3>
<p>Eu não quero  trazer certezas com este texto! Eu quero que  <strong>professores, educadores e gestores de espaços educacionais</strong> pensem para além do curto prazo, da solução imediata para o próximo mês.</p>
<p>Educação é algo muito importante para que tenhamos sempre soluções improvisadas e não ponderadas. <strong>Reflexão e ação</strong>, em qualquer área, assim como em Educação, deve ser a regra e não a exceção.</p>
<p><strong>PS: </strong>Das redes <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> que eu mantenho (duas), pretendo ficar com apenas uma. Dependendo das políticas de preço que serão implementadas prentendo <a href="http://aprendendofisica.ning.com" title="Aprendendo Física em Rede">mantê-la no NING</a>. Caso seja necessário uma migração, pretendo migrar para a solução <a href="http://wordpress.org/" title="Wordpress">wordpress</a> + <a href="http://buddypress.org/" title="Budypress">budypress</a>.</p>
<p><b>PPS:</b> Na mesma linha de discutir além do óbvio a <strong><a href="http://discursocitado.blogspot.com" title="Professora Lilian Starobinas">Lilian Starobinas</a></strong> tece algumas considerações importantes sobre as mudanças no NING. Aponte seu navegador para o endereço abaixo:<br />
<a href="http://discursocitado.blogspot.com/2010/04/perdas-e-danos.html"></p>
<p>http://discursocitado.blogspot.com/2010/04/perdas-e-danos.html</a></p>
<p><b>PPPS:</b> Se eu tivesse que migrar para um sistema gratuito (não usar domínio próprio, isto é, wordpress + buddypress) a minha opção seria, seguramente, o <a href="http://grou.ps">grou.ps</a>. Os motivos são: <strong>1)</strong> <a href="http://grou.ps/move_ning.php" title="migrando do NING">Tem uma página de ajuda só pra quem vem do NING</a>. <strong>2)</strong> <a href="http://grou.ps/groudotps/wiki/20476" title="Grou.ps pretende ser open source">Tem código aberto e planejam disponibilizá-lo no futuro</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Buzz, uma alternativa eficiente ao Twitter para discussões</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/buzz-uma-alternativa-eficiente-ao-twitter-para-discusses/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/buzz-uma-alternativa-eficiente-ao-twitter-para-discusses/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 16:17:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Muita gente que adora o twitter força a barra usando-o como ferramenta de discussão. Twitteiros de carteirinha (com senso crítico sobre a ferramenta) afirmam que o twitter não é uma boa ferramenta para discussão. E eu concordo com o diagnóstico! Discussões/conversações como estratégia de aprendizagens Do ponto de vista de quem quer organizar discussões, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Introdução</h3>
<p>Muita gente que adora o <a title="Um gerador potencial de ruído" href="http://www.twitter.com"><strong>twitter</strong></a> força a barra usando-o como ferramenta de discussão. <a title="Twitteiros Culturais" href="http://twitter.com/ETC_Sampa/">Twitteiros de carteirinha</a> (com senso crítico sobre a ferramenta) afirmam que o <a title="Eles que disseram isto" href="http://twitter.com/ETC_Sampa/status/9744787708"><strong>twitter não é uma boa ferramenta para discussão</strong></a>. E eu <a title="Discutir no Twitter é como fazer sexo em pé na escada" href="https://plus.google.com/115440884808384471259/posts/X3smhYrTXum#115440884808384471259/posts/X3smhYrTXum"><strong>concordo com o diagnóstico!</strong></a></p>
<h3>Discussões/conversações como estratégia de aprendizagens</h3>
<p>Do ponto de vista de quem quer organizar discussões, como estratégia de aprendizagens (individuais ou distribuídas), penso que algumas característcas sejam bem desejadas para tal finalidade:</p>
<ul>
<li>Organização das várias falas na discussão;</li>
<li>Possibilidade de se reproduzir o diálogo para terceiros que não participaram ou para que os próprios participantes possam rever a discussão;</li>
<li>Possibilidades amplas  de argumentação (nenhuma restrição aos argumentos)</li>
</ul>
<p>Tomando-se apenas estes três critérios (didático-pedagógicos) podemos inferir que uma <strong>atividade efetiva de aprendizagem</strong> fica seriamente prejudicada com o uso do <strong>twitter</strong> como espaço para desenvolvimento de  discussões.</p>
<h3>O Buzz como uma ótima alternativa ao Twitter</h3>
<p>Como<a title="5motivos para não se usar micro-blogues em educação" href="http://www.aprendendoemrede.info/5-motivos-para-nao-se-usar-microblogues-em-educacao/"> já disse antes</a>, existem ferramentas especializadas para a organização de conversações com foco na aprendizagem: <a title="gerenciador de listas de discussão do google" href="http://groups.google.com.br/">google grupos</a>, <a title="gerenciador de listas de discussão do Yahoo" href="http://br.groups.yahoo.com/">yahoo grupos</a> ou <a title="Um gerenciador de listas de discussão poderoso e livre" href="http://www.gnu.org/software/mailman/index.html">MailMan</a> se você pode/quer instalar o seu pŕoprio gerenciador no seu servidor.</p>
<p>Mas se ainda assim você prefere algo mais informal e sem perder de vista aquelas características expostas acima, o <a title="Buzz" href="http://buzz.google.com"><strong>Buzz</strong></a> é a melhor opção comparado ao twitter.</p>
<p>Com o <strong><a title="Buzz" href="http://buzz.google.com/">Buzz</a></strong> você poderá estabelecer conversações/discussões descentralizadas (públicas ou privadas)  otimizadas para a aprendizagem dos participantes. Entre outras coisas porque:</p>
<ul>
<li>As várias falas ficam lindamente organizadas;</li>
<li>Há o permalink da discussão, o que garante que a mesma possa ser <strong>revista e acompanhada de modo assíncrono</strong>;</li>
<li>Não há restrições às argumentações (nem no tamanho, nem na forma) o que só contribui para <strong>discussões mais qualificadas</strong>!</li>
</ul>
<p><a title="Clique para abrí-lo em outra janela" href="http://www.google.com/buzz/ssguti/EEYbidzLsGE/Buzz-Algumas-considera%C3%A7%C3%B5es-pessoais-1-Se-todo" target="_blank"><strong>Neste permalink</strong></a> você poderá ver um exemplo de <strong>uma discussão travada no Buzz</strong> (não foi organizada previamente com fins de aprendizagem)!</p>
<p><strong>[atualização]</strong></p>
<p>Conforme <a href="http://identi.ca/conversation/23518633" title="Discussão sobre identi.ca" target="_blank">discussão realizada no identi.ca</a> (alternativa livre e tecnicamente melhor ao twitter), o identi.ca permite o permalink de uma discussão realizada por lá, usando o &#8220;link de contexto&#8221;.</p>
<p>Assim, ao menos pra mim, o identi.ca é uma alternativa intermediária ao Buzz. Sua  restrição é o limite de caracteres para argumentar e a eventual dificuldade de acompanhar o fluxo das mensagens na sua timeline (outras conversas passam ao mesmo tempo).</p>
<p>No permalink acima tem os autores da dica do identi.ca: <a href="http://identi.ca/aracnus">@aracnus</a>, <a href="http://identi.ca/f4bs">@f4bs</a> e <a href="http://identi.ca/aurium">@aurium</a></p>
<p><strong>[/atualização]</strong></p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>A escolha da ferramenta mais adequada para um determinado fim (educacional ou não), não passa necessariamente somente por critérios objetivos, como os que eu procurei apontar aqui.</p>
<p>Gosto pessoal,<strong> hype</strong> e outros podem influenciar a escolha. Portanto não tome este texto como uma crítica às suas escolhas tecnológicas. Tome-o apenas como uma contribuição a práticas educacionais mais efetivas.</p>
<p><img style="border: medium none;margin: 0px;color: transparent" src="image/png;base64,iVBORw0KGgoAAAANSUhEUgAAABYAAAAUCAYAAACJfM0wAAAABHNCSVQICAgIfAhkiAAAAAlwSFlzAAAK8AAACvABQqw0mAAAAB90RVh0U29mdHdhcmUATWFjcm9tZWRpYSBGaXJld29ya3MgOLVo0ngAAAAWdEVYdENyZWF0aW9uIFRpbWUAMDQvMDQvMDhrK9wWAAACLklEQVQ4jbXUP0wTcRQH8O/9ekdjkT8CUqpee00bRyNNmSRSV0PcJJoQg2i6ODTExEUHg04OaNSppqtCjQ4ukDSKSuLUwcm4NNZcQYsIGtD+u/f7MZSWXltqo/Ul7/JL7u7z3r3fLye53e5xj8ejoYWRSCSSstfr1YLBYHcr4XA4rMmMMciy3EoXjDHIjDEoivL/4fefrP1P3nYEvqzLajOIo8fQz5/cfH3cnVttCM8udQaODBxQFx44Ye9h4HxvdGWtgMlbSXV2SQoMHf0RNcGSJJlmvPLdos7fdyIWL+D5myx+ZwwUDAIRh2EU1wYRFItA6FwvIjdcGJr4qFYakiSBlTavlABwsJth7mUWmSyBOAfnAkQE4gKccxBx/MoYmHmcxuH+NgAwGQ03j3NeRjjnoGqcC/zcIgghAMBkNISJuKlbEy4EaKdoKerC5nNMxQdlgVx+t0siKhYQovwV1rbdtyoNxlhxxoqilBMA0uuES6Pt6NqP2hHsoDarhJuXD2F5NV/uuJR1T4XLzvTJ25/VyHUnzgzba0YkKq6pdB4T00m47EyvPhU1M54asy3ee5o55bvwQQWAr/PHMBfbQGhGrykCANqARZ8asy3+ccYjg/K3kcF9UQAYvrJ29dmrDUxHlnOxu72P+rpYrq5eFU39K649TCF0tnPB0WdtCt2z48rQHIp+8XTHu9ET7alm0aY6fnFHjda98a/w3wZjDJLP5xv3+/1aK+F4PJ7cBm32CUNiyI2GAAAAAElFTkSuQmCC" alt="" /></p>
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		</item>
		<item>
		<title>5 motivos para não se usar microblogues em educação</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/5-motivos-para-nao-se-usar-microblogues-em-educacao/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/5-motivos-para-nao-se-usar-microblogues-em-educacao/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Móvel]]></category>
		<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[microblogues]]></category>
		<category><![CDATA[twiiter]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Embora a &#8220;rudimentar rede de conexão social&#8221; (segundo Biz Stones), aka twitter, já esteja passando da fase de hype para mainstream entre descolados, moderninhos e céticos de todos os tipos, sempre ocorre um fenômeno comum a vários setores da sociedade, e não seria diferente em Educação: Virou &#8220;moda&#8221; ou &#8220;fetiche&#8221; achar que os microblogues [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Introdução</h3>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-279" src="http://www.aprendendoemrede.info/wp-content/uploads/2010/02/microblogs-255x300.png" alt="microblogues" width="255" height="300" />Embora a &#8220;<em><a title="Educação pós-Twitter" href="http://www.agecom.ufsc.br/index.php?id=12541&amp;url=ufsc">rudimentar rede de conexão social</a>&#8221; (segundo <a title="Wikipedia te apresenta" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Biz_Stone">Biz Stones</a></em>), aka <a href="http://twitter.com">twitter</a>, já esteja passando da fase de <a title="O que é Hype?" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/o_que_e_um_hype">hype</a> para <a title="Wikipedia te explica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Mainstream">mainstream</a> entre descolados, moderninhos e céticos de todos os tipos, sempre ocorre um fenômeno comum a vários setores da sociedade, e não seria diferente em <strong>Educação</strong>:</p>
<p>Virou &#8220;moda&#8221; ou &#8220;fetiche&#8221; achar que os microblogues são o grande rei da cocada preta e que o seu <strong>uso geral em Educação</strong> será/é o grande pulo do gato!</p>
<p>Correndo o risco de parecer <a title="5 motivos porque o twitter é irrelevante pra mim" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/5_motivos_que_tornam_o_twitter_uma_ferra">mais rabugento do que normalmente sou com esta ferramenta</a>, resolvi escrever os 5 motivos pelos quais *<strong>eu</strong>*, após <a title="um uso focado do twitter" href="http://twitter.com/apfisica">experimentá-la</a> <a href="http://identi.ca/ticseducacao"> intensamente</a>, descarto-a como ferramenta, de uso geral, adequada a uma educação para a <strong>Era da Informação e do Conhecimento</strong>.</p>
<p><strong>PS:</strong> Eu continuarei a usar  um perfil &#8220;<a title="@ticseducacao" href="http://twitter.com/ticseducacao">corporativo</a>&#8221; para fins de investigação. Não investigação de usos educativos, que como argumentarei a seguir considero descartado!</p>
<h3>Meus 5 motivos</h3>
<ul>
<li><strong>Aprendizagem passa necessariamente por reflexão</strong> &#8211; Quando se está aprendendo algo ou quando se <a title="Os perigos do twitter na educação" href="http://goo.gl/QnMo">está organizando atividades que potencializem aprendizagens</a> é fundamental que se tenha reflexões e decantação de ideias. Quer seja a reflexão antes de se responder a uma indagação, quer seja a reflexão sobre um novo conceito ou mesmo o tempo necessário para &#8220;a ancoragem&#8221; com conhecimentos prévios. Incentivar o <a title="Sobre a pobreza das conexões" href="http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/">fluxo contínuo </a>(e irrefletido) de informações contribui muito mais para a produção de ruídos que <strong>podem</strong> ser nocivos a compreensão de ideias, valores ou conceitos do que se está aprendendo e/ou ensinando.</li>
<li><strong>Aprendizagem em rede passa por organização dos fluxos informacionais</strong> &#8211; A perspectiva <a title="Teorias de Aprendizagem na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teorias_da_aprendizagem">sócio-interacionista da aprendizagem</a> reforça a importância das interações e da linguagem nos processos de aprendizagem, entretanto esta perspectiva destaca que &#8220;quanto mais ricas as interações, maior e mais sofisticado será o desenvolvimento&#8230;&#8221; e convenhamos, não poder haver riqueza de interações, no caso geral, com apenas 140 caracteres!</li>
<li><strong>Organizar a aprendizagem passa por escolher as ferramentas mais adequadas.</strong> &#8211; Não se trata aqui de rejeitar ou endeusar ferramentas a priori (como se costuma fazer com o twitter). Mas é papel dos professores comprometidos com o presente e o futuro de seus alunos refletirem criticamente sobre quais ferramentas se adequam a objetivos educacionais e não quais <a title="esta abordagem da ferramenta" href="http://jenverschoor.wordpress.com/2010/02/08/how-to-use-twitter-in-the-classroom/">objetivos educacionais se adequam a ferramenta da moda</a>! É possível que em situações bem específicas os microblogues possam ser <a title="twitter em biologia e física" href="http://www.botanicalls.com/kits/">hackeados para usos educacionais</a>. Mas me parece uma grande temeridade e forçada de barra <a title="como se forçar a barra no uso de twiiter em sala de aula" href="http://www.onlinecolleges.net/2009/06/08/50-ways-to-use-twitter-in-the-college-classroom/">se usar o twitter</a> no lugar de ferramentas dedicadas e adequadas a fins específicos.</li>
<li><strong>Aprendizagem cooperativa não prescinde da mediação daquele que aprende há mais tempo!</strong> &#8211; Considerando especificamente a realidade do professor brasileiro que atende a uma quantidade enorme de alunos no seu cotidiano docente (no ensino básico, por baixo, um professor atende em média mais de 300 alunos numa estimativa muito otimista!) é realmente coisa <strong>de quem não está na sala de aula real</strong> acreditar que um professor possa administrar, minimamente bem, o fluxo contínuo de informações (não indexadas e nem sempre contextualizadas com objetivos educacionais previamente organizados) que esta ferramenta possa produzir. Não se enganem, desenvolver a capacidade de gerenciar suas próprias aprendizagens não é favorecida numa ferramenta que incentiva a <a title="Sobre a pobreza das conexões" href="http://logbr.reflectivesurface.com/2009/04/22/a-pobreza-das-conexoes/">produção irrefletida e contínua de fluxos informacionais</a>. Receio mesmo que em cursos superiores este fluxo contínuo possa impactar negativamente na habilidade de gerenciar aprendizagens, mesmo numa <strong><a title="Uma teoria de aprendizagem para a era da informação" href="http://maresta.wordpress.com/2007/02/27/conectivismo-%E2%80%93-uma-teoria-de-aprendizagem-para-a-idade-digital/">perspecitiva conectivista de aprendizagem</a></strong>!</li>
<li><strong>Aprendizagem requer auto-reflexão</strong> &#8211; Uma característica importante de quem aprende é perceber sua evolução ou olhar em perspectiva sua capacidade de tratar determinado objeto de aprendizagem. Uma ferramenta que não favorece a indexação do fluxo informacional dificulta este olhar em perspectiva, tão importante no ato de aprender e, mais importante de tudo, de aprender a aprender!</li>
</ul>
<h3>Alternativas</h3>
<p>Observando <a title="sugestões de uso do twitter na Escola" href="http://www.onlinecolleges.net/2009/06/08/50-ways-to-use-twitter-in-the-college-classroom/">o que se tem proposto para o twitter em contextos educacionais</a> e levando em conta os argumentos acima (especialmente o terceiro) indico abaixo ferramentas que me parecem mais adequadas para o contexto educacional do que os microblogues:</p>
<h4>Compartilhamento de Endereços</h4>
<p>Aprender em rede e com uso das ferramentas da web 2.0 pode passar muitas vezes pelo <strong>compartilhamento de endereços web</strong> que sejam úteis para uma comunidade de aprendizagem ou mesmo para um subconjunto desta comunidade. Tão importante quanto compartilhar endereços e aplicativos web é achá-los depois de compartilhados.</p>
<p>Para estes casos no lugar do twitter, que embora até sirva para esta função é péssimo na indexação das informações compartilhadas por conta da sua restrição de 140 caracteres, é muito mais adequado usar um gerenciador social de favoritos (bookmarks). <strong><a href="http://delicious.com"></a></strong></p>
<p><strong><a href="http://delicious.com">Delicious</a></strong> pra quem não pode hospedar sua ferramenta e <strong><a title="gerenciador de favoritos livre" href="https://sourceforge.net/projects/getboo">get-boo</a></strong> pra quem pode, são duas opções muito mais efetivas que uma conta no twitter!</p>
<p>Tanto o <a href="http://delicious.com">Delicious</a> quanto o  <a title="gerenciador de favoritos livre" href="https://sourceforge.net/projects/getboo">get-boo</a> permitem compartilhar um endereço web (link), etiquetá-lo (&#8220;tagueá-lo&#8221;), inserir observações e muitas outras coisas que ficam prejudicadas no twitter.</p>
<p><a href="http://aprendendofisica.pro.br/guia">Aqui um exemplo do get-boo aplicado numa comunidade de aprendizagem de física</a>!</p>
<h4>Conversas, discussão, projetos, etc</h4>
<p>Discussões de projetos, anúncios rápidos ou não, organização de projetos, <a title="Wikipedia te explica" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Brainstorming">Brainstorms</a>, aprendizagens diárias e <a title="sugestões de uso educacionais do twitter" href="http://www.onlinecolleges.net/2009/06/08/50-ways-to-use-twitter-in-the-college-classroom/">tudo o mais que é proposto neste texto aqui</a> pode ser muito melhor implementado com o bom e infalível blogue! E sim, <strong><a title="fazendo liveblogging sem twitter" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/fazendo_liveblogging_sem_uso_do_twitter">você também pode fazer isto usando seu dispositivo móvel</a></strong>!</p>
<p>Uma discussão temática num blogue é muito melhor indexada e, do ponto de vista didático, mais organizada que usando microblogues.</p>
<p>A mediação <strong>daquele que aprende há mais tempo</strong> é facilitada numa ferramenta otimizada para organizar as discussões ou conteúdos por mais de um indexador (data, tag, categoria).</p>
<p>A qualidade de discussão é incomparável quando você não se restringe a 140 caracteres. Repare que a falta de limite técnico aos 140 caracteres não implique que você não trabalhe a concisão dos argumentos dos participantes da comunidade.</p>
<p>E se você escolher adequadamente seu motor de blogue, a escrita no mesmo, pelos vários integrantes da sua comunidade de aprendizagem, pode ser tão simples e otimizada quanto você queira e, possívelmente, até mais familiar do que nos microblogues.</p>
<p>Aqui <strong><a title="um exemplo da efetividade dos edublogues" href="http://aprendendofisica.pro.br/alunos/index.php/1A-cp2-2009">um exemplo de blogue nesta perspectiva integradora</a></strong>.  E aqui <a title="Uma resenha do posterous" href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/moblog/menos-e-mais-tambem-para-blogar">um exemplo de motor de blogue otimizado para ser alimentado via e-mail</a>!</p>
<h4>Gerenciamento da Inteligência Coletiva</h4>
<p>Um dos vários motivos porque microblogues em educação é uma péssima ideia (<strong>em minha opinião</strong>), numa <strong>perspectiva de educar para a Era da Informação e do Conhecimento </strong>e não para o século XIX é que os microblogues não gerenciam bem a inteligência coletiva gerada nas interações.  Mesmo utilizando-se os seus motores internos de busca avançada, não se consegue ter um ideia de quanto foi discutido, evoluído e produzido de inteligência num determinado coletivo aprendente.</p>
<p>Ao contrário dos microblogues, um <strong>gerenciador de listas de discussão</strong> (<a title="gerenciador de listas de discussão do google" href="http://groups.google.com.br/">google grupos</a>, <a title="gerenciador de listas de discussão do Yahoo" href="http://br.groups.yahoo.com">yahoo grupos</a> ou <a title="Um gerenciador de listas de discussão poderoso e livre" href="http://www.gnu.org/software/mailman/index.html">MailMan</a> se você pode/quer instalar o seu próprio gerenciador no seu servidor) permite não só que as discussões possam fluir na sua comunidade como se encarrega de gerenciar no melhor estilo &#8220;<a title="Permaneça simples amigo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Keep_it_Simple_Stupid">menos é mais</a>&#8221; a inteligência coletiva gerada pelas interações da comunidade.</p>
<p>Discutir (rasteiramente) no twitter além de ser um desperdício de tempo não permite que a inteligência coletiva que emerge do grupo possa ser, facilmente, gerenciada!</p>
<h4>Interações Síncronas</h4>
<p>E se você precisa, por uma demanda pedagógica, de interação síncrona você sempre poderá inserir no seu blogue um <a title="10 widget de chats a considerar" href="http://www.readwriteweb.com/archives/10_chat_widgets.php">widget de chat</a>!</p>
<p>E se o perfil sócio-econômico-tecnológico de sua comunidade permitir, você ainda pode fazer <a title="Uma boa alternativa de brodcast via sms" href="http://www.lembreto.com.br">uso de sms para espalhamento (broadcast) de informações</a> <strong>urgentes</strong>. O maior problema aqui é que o preço praticado pelas operadoras para o uso de sms  no Brasil ainda é proibitivo. Mas este problema também atinge o uso dos microblogues mais intensamente em dispositivos móveis!</p>
<h3>Uma última observação</h3>
<p>Embora nesta altura do campeonato isto já devesse ser óbvio para qualquer pessoa que já tenha entrado no mundo dos adultos, sempre vale a pena relembrar e enfatizar. <strong>Não existem absolutos</strong>! Algo que falha miseralvelmente pra mim pode funcionar lindamente pra você. E vice-versa!</p>
<p>Tenha isto em mente antes de pegar as pedras <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' />   E sim, os comentários estão abertos às suas considerações, afinal as conversações são muito melhores com mais de 140 caracteres, com reflexão e, mais importante de tudo, numa interface que organize as várias falas de modo organizado e intuitivo.</p>
<p><em> </em></p>
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		<title>Redes Sociais na Educação</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Dec 2009 01:32:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
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		<description><![CDATA[Na semana de 30/11/2009 a 04/12/2009 o programa Salto para o Futuro da TV Brasil passou uma série (5) de programas em que o tema era Redes Sociais na Educação. Pra quem não pode assistir o mesmo na TV pode fazê-lo na web. O Prof. Paulo Slomp, da UFRGS,  gravou os mesmos e disponibilizou no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana de 30/11/2009 a 04/12/2009 o <a title="Salto para O Futuro" href="//www.youtube.com/v/iLSerAmmfok&amp;hl=pt&amp;fs=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;allowscriptaccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=" target=" mce_src="><strong>programa Salto para o Futuro</strong></a> da <a title="TV Brasil" href="http://www.tvbrasil.org.br/"><strong>TV Brasil</strong></a> passou uma série (5) de programas em que o tema era <strong>Redes Sociais na Educação</strong>. Pra quem não pode assistir o mesmo na TV pode fazê-lo na web. O <a title="Prof. Paulo Slomp" href="http://www6.ufrgs.br/psicoeduc/"><strong>Prof. Paulo Slomp</strong></a>, da <a title="Universidade Federal do Rio Grande do Sul" href="http://www6.ufrgs.br/"><strong>UFRGS</strong></a>,  gravou os mesmos e disponibilizou <a title="Canal Youtube do Prof. Paulo Slomp" href="http://www.youtube.com/user/pauloslomp">no seu canal no Youtube</a>.</p>
<ul>
<li><a title="Primeira Parte do Programa Salto para o Futuro" href="http://www.youtube.com/user/pauloslomp#p/a/u/0/FxKDyTzj5fY">Primeira parte aqui</a></li>
<li><a title="Segunda Parte do Programa Salto para o Futuro" href="http://www.youtube.com/user/pauloslomp#p/a/u/1/WKB3yiRMsF8">Segunda parte aqui</a></li>
</ul>
<p>A terceira parte está inserida abaixo:</p>
<p>[youtube http://www.youtube.com/watch?v=iLSerAmmfok&#038;hl=pt&#038;fs=1]</p>
<p>Agradecimentos ao<strong> <a title="Prof. Paulo Slomp" href="http://www6.ufrgs.br/psicoeduc/">Prof.  Paulo Slomp</a></strong> pela gentileza de gravar e disponibilizar os vídeos.</p>
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