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	<title>TICs na Educação &#187; conectivismo</title>
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	<description>Um Espaço de Assessoria</description>
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		<title>Instrucionismo, construtivismo ou conectivismo?</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 17:42:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[conectivismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Nota de Tradução Esta é uma livre tradução de Instructivism, constructivism or connectivism escrita por Ryan Tracey no excelente blogue E-learning Provocateur. Se inglês não é um problema pra você leia o original. Instrucionismo, construtivismo ou conectivismo? O Instrutivismo está morto. Estão distantes os dias em que um professor autoritário transmite informações pré-definidas para alunos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Nota de Tradução</h2>
<p>Esta é uma livre tradução de <a href="http://ryan2point0.wordpress.com/2009/03/17/instructivism-constructivism-or-connectivism/" title="Instructivism, constructivism or connectivism">Instructivism, constructivism or connectivism</a> escrita por <b><a href="http://ryan2point0.wordpress.com/about/" title="Ryan Tracey">Ryan Tracey</a></b> no excelente blogue <b><a href="http://ryan2point0.wordpress.com/" title="E-learning Provocateur">E-learning Provocateur</a></b>. Se inglês não é um problema pra você <a href="http://ryan2point0.wordpress.com/2009/03/17/instructivism-constructivism-or-connectivism/" title="Instructivism, constructivism or connectivism">leia o original</a>.</p>
<h3>Instrucionismo, construtivismo ou conectivismo?</h3>
<p>O Instrutivismo está morto. Estão distantes os dias em que um professor autoritário transmite  informações pré-definidas para  alunos passivos (NT: Qualquer semelhança com uma Escola atual, não é mera coincidência!). </p>
<p>Na década de 1990, o construtivismo anunciava um novo alvorecer no design instrucional, turbinou-se com a ascensão da Web 2.0. Os alunos transmformavam-se em participantes, habilitados a buscar novos conhecimentos por si mesmos, no contexto de suas próprias e únicas,  experiências individuais. </p>
<p>Por sua vez, os professores entusiasmados transformaram-se em facilitadores, orientando e treinando os participantes para perguntar, explorar, descobrir e até gerar novas aprendizagens. </p>
<p>Avançando  rapidamente para hoje e o conectivismo está na moda. Nessa era digital, nós simplesmente reconhecemos que  existe  muito conhecimento para se apropriar &#8211; e isso de qualquer modo, muda muito rapidamente. Então esqueça  tentar &#8220;saber&#8221; tudo, em vez disso, construa sua rede de fontes de conhecimento e as acesse sempre que  precisar delas. </p>
<h3>Descida Escorregadia</h3>
<p>A  popular seqüência de eventos que eu recontei é freqüentemente representada pictoricamente como um gradiente, acompanhada por onipresentes tabelas comparando os  vários aspectos das três pedagogias. </p>
<p><strong>Instrutivismo <img src="http://www.aprendendoemrede.info/wp-content/uploads/2011/01/seta.gif" alt="seta para direita" /> Construtivismo <img src="http://www.aprendendoemrede.info/wp-content/uploads/2011/01/seta.gif" alt="seta para direita" /> Conectivismo</strong></p>
<p>Mas esse  gradiente é uma representação razoável? </p>
<p>Certamente é uma representação precisa em termos cronológicos: o conceito de construtivismo foi concebido após o instrutivismo e o conectivismo foi concebido depois disso. </p>
<p>No entanto, acho que o diagrama enganosamente sugere uma evolução do design instrucional. Em outras palavras, o construtivismo foi tão intelectualmente e pedagogicamente superior ao instrutivismo que o substituiu e o conectivismo é tão intelectualmente e pedagogicamente superior ao  construtivismo, que por sua vez,  o substituiu. </p>
<p>Certo, o gradiente reflete um crescimento maravilhoso das ideias, mas eu acho que é uma armadilha  concluir que as últimas pedagogias substituiram as primeiras. </p>
<h3>O mundo real</h3>
<p>Minha opinião é instruída pela observação. </p>
<p>Sim, a aprendizagem no local de trabalho tem, felizmente, tornado-se cada vez mais construtivista e até conectivista ao longo do tempo, mas todos  sabemos que o instrutivismo ainda sobrevive e bem.</p>
<p>Por exemplo, aulas presenciais (face-a-face)  com monólogos dos instrutores  e  sessões de treinamento um-para-um permanecem como modos populares de capacitação. Mesmo nos espaços de e-learning, cursos online são tipicamente lineares, aulas virtuais, com freqüência, replicam seus antepassados de tijolo e cimento, enquanto podcasts, obviamente, são essencialmente instrucionistas. </p>
<p>Quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas. </p>
<p>Por que isso acontece? Porque, em meio a constante e progressiva evolução das teorias de aprendizagem e do design instrucional, o instrutivismo desenfreado  persiste? Por que  o construtivismo e o conectivismo ainda  não emergiram? </p>
<p>A resposta, creio eu, é que o instrutivismo permanece relevante. </p>
<h3>Os três amigos</h3>
<p>Permita-me  elaborar meus argumentos no contexto da indústria de serviços financeiros (NT: O autor tabalha com EAD numa grande empresa financeira). </p>
<p>Quando um novo funcionário é recrutado para a organização, há certas coisas que ele tem que saber. Por exemplo, pode ser imperativo para o trabalhador  entender como funciona o sistema de aposentadoria, ou um regime de tributação especial, ou os regulamentos que regem uma opção de investimento em particular. </p>
<p>Não só uma sólida compreensão dos conceitos fundamentais têm uma influência óbvia sobre a capacidade do funcionário de fazer o seu trabalho corretamente, mas abandonando-se estas aprendizagens cria-se  sérios riscos de gestão e outras  ramificações de conformidade. </p>
<p>Esta é uma situação onde uma abordagem instrucionista se mostra útil. Seja em uma sala de aula, através de um curso on-line ou de outra forma, o especialista no assunto (PME), no âmbito da organização, proporciona ao aluno  uma seqüência programada de conteúdos, cuidadosamente organizados para a sua aprendizagem e &#8211; para adotar uma visão cognitivista &#8211; construir uma sólida base de conhecimento na mente do aluno. </p>
<p>Como um novato na área,  é pouco provável que o aluno saiba o que é que ele precisa saber. O especialista (PME) transmite esta informação necessária de forma rápida e eficiente. </p>
<p>Em seguida, uma abordagem construtivista capacita o aluno a ampliar e aprofundar os seus conhecimentos a seu critério. Por exemplo: </p>
<ul>
<li>Fóruns de discussão (síncrono ou assíncrono) permitem que o aluno faça perguntas, esclareça conceitos e partilhe experiências. </li>
<li>Wikis atuam como bancos de conhecimento não-linear para ser extraído, se necessário.</li>
<li>Motores de busca permitem que o aluno possa seguir seus próprios caminhos de investigação. </li>
</ul>
<p>Não sendo mais um novato, o aluno tem  ferramentas para impulsionar cada vez mais a aprendizagem no contexto de seus conhecimentos prévios. </p>
<p>Assim como o aprendente adquire conhecimento (expertise), devemos reconhecer que, nesta era digital, não se pode esperar que uma pessoa saiba de tudo. Neste ponto, uma abordagem conectivista capacita o aluno a ampliar seus conhecimentos através de conexões (proxys). </p>
<p>Num <a href="http://ryan2point0.wordpress.com/2008/12/28/connectivism-and-the-modern-learner/" title="artigo em inglês">artigo anterior</a>, eu forneci  os seguintes exemplos de potenciais fontes de informação que um aprendente deveria incorporar em sua rede pessoal de aprendizagem: </p>
<ul>
<li>Favoritos Sociais/Social bookmarks;</li>
<li>Feeds de notícias, podcasts, blogs, wikis e fóruns de discussão; </li>
<li>Redes sociais e profissionais, tais como Facebook e Twitter;</li>
<li>Conferências da Indústria e outros eventos externos; </li>
</ul>
<p>No ambiente atual, eu vejo o especialista como uma pessoa  que une uma rica base  de conhecimento com uma capacidade de conectar-se a novos conhecimentos a qualquer momento. </p>
<h3>Uma nova representação</h3>
<p>No local de trabalho, fica claro que o construtivismo, instrutivismo e conectivismo não são necessariamente excludentes. </p>
<p>O  astuto profissional de e-learning  aplicará os princípios de todas as três, conforme mudam as circunstâncias  e as suas respectivas crescentes ou decrescentes relevâncias. Como  sugeri, isso pode levar a transição do aluno de principiante a perito num domínio particular. </p>
<p>De uma perspectiva prática, então,  a popular &#8220;evolução&#8221; do  desenho instrucional de instrutivismo através do construtivismo para o conectivismo é uma ficção (Furphy)? Todas as três pedagogias tomadas uma sobre as  outras  fornecem um conjunto de ferramentas teóricas  para que um profissional moderno possa explorar. </p>
<p>Portanto, proponho substituir o tradicional gradiente da esquerda para a direita por uma nova representação: </p>
<div id="attachment_401" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.aprendendoemrede.info/wp-content/uploads/2011/01/pedagogias.jpg"><img src="http://www.aprendendoemrede.info/wp-content/uploads/2011/01/pedagogias-300x137.jpg" alt="Pedagogias" width="300" height="137" class="size-medium wp-image-401" /></a><p class="wp-caption-text">Instrucionismo, construtivismo e conectivismo</p></div>
<p>Este diagrama reconhece a cronologia da teoria do design instrucional, com as primeiras pedagogias ocupando o círculo central, e as pedagogias posteriores ocupando os anéis exteriores. No entanto, não sugere que uma pedagogia  substitua as outras, em vez disso, elas se complementam. </p>
<h3>ato de equilíbrio</h3>
<p>É importante ressaltar que em qualquer organização, diferentes funcionários estarão em  diferentes estágios de aprendizagem de vários domínios. O designer instrucional precisa equilibrar  as três abordagens pedagógicas para  apoiar a  todos. </p>
<p>Por exemplo, enquanto um curso on-line pode ser propositalmente instrucionista para apoiar os aprendentes novatos, é importante que uma abordagem centrada no aluno seja adotada para servir aos outros que também podem utilizar o curso (ou partes deste). </p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Em suma, se alguém me pergunta &#8220;Instrutivismo, construtivismo, ou conectivismo?&#8221;, Eu digo: &#8220;Todos os três, onde eles são relevantes&#8221;. </p>
<h3>Nota de Tradução</h3>
<p>Esta é uma livre tradução de <a href="http://ryan2point0.wordpress.com/2009/03/17/instructivism-constructivism-or-connectivism/" title="Instructivism, constructivism or connectivism">Instructivism, constructivism or connectivism</a> escrita por <b><a href="http://ryan2point0.wordpress.com/about/" title="Ryan Tracey">Ryan Tracey</a></b> no excelente blogue <b><a href="http://ryan2point0.wordpress.com/" title="E-learning Provocateur">E-learning Provocateur</a></b>. Se inglês não é um problema pra você <a href="http://ryan2point0.wordpress.com/2009/03/17/instructivism-constructivism-or-connectivism/" title="Instructivism, constructivism or connectivism">leia o original</a>.</p>
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		<title>O que mudou na Educação?</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Sep 2008 13:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Uma dica interessante (das muitas) que têm surgido no curso sobre Connectivismo foi de um vídeo sobre a inércia da Escola em se adequar aos novos tempos&#8230; Apontador/link para o vídeo, se você está lendo pelo feed. PS: Mesmo que você, como eu, não domine o francês, é possível pegar o espírito da coisa! Isto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma dica interessante (das muitas) que têm surgido no <b><a href="http://ltc.umanitoba.ca:83/moodle/course/category.php?id=12" title="curso on-line e gratuito">curso sobre Connectivismo</a></b> foi de um vídeo sobre a inércia da Escola em se adequar aos novos tempos&#8230;<br />
<span style="text-align:center; display: block;"><a href="http://emrede.blog.br/tics/blog/o-que-mudou-na-educacao/"><img src="http://img.youtube.com/vi/opjnLmwzV-E/2.jpg" alt="" /></a></span><br />
<b><a href="http://www.youtube.com/watch?v=opjnLmwzV-E" title="Vídeo no Youtube">Apontador/link para o vídeo</a>, se você está lendo pelo <a href="http://www.aprendendoemrede.info/feed/" title="receba oa atualizações do blogue de modo automático">feed</a></b>.</p>
<p><b>PS</b>: Mesmo que você, como eu, não domine o francês, é possível pegar o espírito da coisa!</p>
<p>Isto só reforça minha crença de que precisamos <b><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/blogefisica/2007/11/27/reformar_ou_reiventar_a_escola" title="reinventar ou reformar a escola?">reinventar (e não reformar)</a></b> a Escola!</p>
<p>Isto não é nem perto um <b><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/blogefisica/2008/08/24/novas-tecnologias-versus-nova-escola" title="Tecnologia e Escola">problema tecnológico</a></b>, mas antes de tudo um <b>problema pedagógico e estratégico</b>!</p>
<p>Mas, enquanto isso, nas sala de justiça&#8230; os super-amigos estão pensando em outras coisas <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' /> </p>
<p><b>Do Hardy Heron</b></p>
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