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	<title>TICs na Educação &#187; Reflexão</title>
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	<description>Um Espaço de Assessoria</description>
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		<title>Por que o quadro de giz insiste em existir no Século XXI&#8230;</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/por-que-o-quadro-de-giz-insiste-em-existir-no-seculo-xxi/</link>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 16:06:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[Túnel do Tempo]]></category>
		<category><![CDATA[quadro-giz]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>

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		<description><![CDATA[A.S. Este texto foi originalmente publicado aqui. Os textos sobre educação serão (gradativamente) trazidos pra cá na categoria &#8220;túnel do tempo&#8221;. Quadro de Giz e a Escola necessária &#8230;ou mais uma pergunta que não quer calar! Uma das coisas que mais me surpreende, é o fato de que, em pleno século XXI, ainda escrevemos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A.S.</strong> Este texto foi originalmente <a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/blogefisica/2007/04/02/por_que_o_quadro_de_giz_insiste_em_exist" title="publicação original">publicado aqui</a>. Os textos sobre educação serão (gradativamente) trazidos pra cá na categoria &#8220;túnel do tempo&#8221;.</p>
<h3>Quadro de Giz e a Escola necessária</h3>
<p>&#8230;ou mais uma pergunta que não quer calar!</p>
<p>Uma das coisas que mais me surpreende, é o fato de que, em pleno século XXI, ainda escrevemos os &#8220;conteúdos lecionados&#8221; no quadro de giz, (a pedido dos alunos)!</p>
<p>No Século XVI, XVII, XVIII e até XIX a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quadro_negro">lousa</a> era utilizada pelos professores porque os alunos não tinham acesso aos livros (existiam umas duas ou três cópias do livro!). Assim o professor colocava um resumo do livro na lousa, para que os alunos pudessem travar algum contato com o conhecimento&#8230;</p>
<p>Já no século passado (século XX), o acesso ao livro didádico, em quase todas a escolas, era algo bastante disseminado, quer seja pela aquisição do mesmo pela família do aluno ou por <a href="http://www.fnde.gov.br/programas/pnld/index.html">políticas públicas de educação</a> (<a href="http://www.ofimdavarzea.com/2007/03/29/o-laptop-de-cem-dolares-da-xuxa/">ninguém considerou  erradicar primeiro a fome e/ou  melhorar primeiro os salários dos professores para só depois distribuir livros gratuitamente ao alunos de escolas públicas!</a>&#8230;)</p>
<p>Não faz muito sentido que <b>ainda hoje</b> professores escrevam resumos do que falam/explicam/propõe em quadros-negros nas salas de aula pelo Brasil afora (quiçá pelo mundo afora!).</p>
<p>Discutir a partir das fontes secundárias (livros didáticos) e até mesmo a partir das fontes primárias (livros) seria algo que qualificaria mais a educação, e, de certo modo, mudaria um pouco o foco da escola&#8230;</p>
<p>Um lugar para se <b>discutir, pensar, fazer  e aprender</b>! Ou se preferir, mudar o foco de <b>ensino-aprendizagem</b> para <b>aprendizagem-ensino</b>!</p>
<p>Veja, a simples substituição da lousa pelo uso intenso do livro, impactaria fortemente a educação atual!</p>
<p>Imagine agora que a verba utilizada pelo <a href="http://www.fnde.gov.br/editais/index.html">programa nacional de livros didáticos</a>, fosse utilizada na compra <a href="http://www.uca.gov.br/institucional/">de dispositivos</a> de comunicação para <a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/blogefisica/2007/03/28/reverberando_insights_sobre_o_olpc_surgi">aprendizagens colaborativas centradas no aluno</a>?</p>
<p>Desnecessário dizer que estes dispositivos podem <b>substituir vários  livros</b>, além das inúmeras possibilidades de ir além dos livros (que é bom frisar, <strong>são imprescindíveis!</strong>).</p>
<p>Como se vê, é possível avançar na educação em várias frentes, não se trata de &#8220;<a href="http://www.ofimdavarzea.com/2007/03/29/o-laptop-de-cem-dolares-da-xuxa/#comment-1279">estar animado</a>&#8220;, mas sim de ser pragmático! E não perder de vista a capacidade de pensar sobre o cotidiano! </p>
<p>Não se trata de escolher qual problema precisa primeiro ser combatido! Mas de atacar, tanto quanto possível, algumas frentes de batalha!</p>
<p><b>A educação brasileira precisa melhorar em muitas coisas, mas <a href="http://www.ofimdavarzea.com/2007/03/29/o-laptop-de-cem-dolares-da-xuxa/">não precisamos resolver um coisa de cada vez</a>, se podemos atacar duas (ou mais) frentes ao mesmo tempo, sem perda de eficiência!</b></p>
<h3>Atualizando a Discussão</h3>
<p>O uso de dispositivos (<strong><a href="http://sledge.boo-box.com/click/p/dwidtEW:fn_P1ITw8KyjZES1oiDmCeIpBHqrDX_1zPNAy63SMYLXYh7AFiNq-nZMv5XjfRcR4SK9OTw2cuRnobbDMhWhSrleGu1Pxp:DTAfofXQopTSQVxdPNT-nUIUCIGnJlKU4v90V2Ntwk24bLFV_j06xX5jY4LX6VdcVNbpiZlhb5BVJZF0v-npF5giisKdWKjmhrMJs19o9MfmmzqmooufxljazsLkcD2lZok_7r7NfgVVi4Z-nEnOEdKLLiko3Srnr0rUrLiRi0IUJDPhYHwn3STO6mR2JAHAXfF78towmVK6H-nRcf2nYEicT4gsqYybxf540DzCob7j_5mcN0nijJ8X9GcczT42o8iO4IOy3af-nmChjEWZDX9I:c:7IHhsyBRwP48_emtA9_E:7pCEJ9mEdwohmFCvGBYX1k1Ia-njH7bdou:L0xUnuwUisBG5LBURAkU5zgi:ScPGKi:8yfT9yBuISlIw2Mmy8I9-nTypvektww6E4q6qOp_60GrWR5ma1ioZ7EkD3PVsKBtBVQSAuXjgXhOJVtvt4-nLzOlrr9_DVvIoj1TfMuBMmTijcdU3GBtiIui4DbCf5FBMJy0wD68daGr4A==" title="publicidade sobre tablet android">tablets</a></strong>, <strong><a href="http://sledge.boo-box.com/click/p/TDBA3CzdbFm0qy6jrp2IK6CVyxqCxWnXdfQj8kyR0ccdFhtEU4cLNKFGIzer-nAncVkLCODTo1uB0LWf6jIGqQ8nuhjcm5ItIq7EynWyLY0scJDaB5pbnNoyBl-nAH5JFeeQuOwqhKrpoArk8McJX4mDSpWWDN_XzQvKeMLl231clV4M6D070M0G-nbtXsfb69j4FJEutMoXpgfRIHCrIEKBLQ7kiO1AMVVNO0JX2HCAy43e2A5m5P-nndURh:K68lXQWf_zeut2jnWmFv3peEWQwEtTU5RzRb358kTaQrP:9tjS6r03-nK1UXhR4EhL2qhJUptL1xrn_OEjJecQ09g7wYAZuIeFCSSKPnqJ11o7FizmRd-nr96:Q2k6KWTCzzdK3J8FlbvUiFWsZlplaFgmJLj4V4LRjmgs5u08lRki_T5m-nSu0NdeGOaHEwH4e2rnPgpMvbdEtFH8LPN6vQc_9KpZUw3UExz7b1y7g99VXS-nfC5eNZLHLiOhvZj4H_LnLAoHzvVbSHQX6EPOvfjxWgesSAv96eD2bbUYmN1Q-nhieDUy6MmYghbLS6l1B_1M2TnvoFlbCQg7HfOVdOwvJs_Lh_WLGwU4iw8Q==" title="publicidade de smartphone">telefones inteligentes/smartphones</a></strong>, etc) junto com <a href="http://emrede.blog.br/tics/blog/3-aplicativos-de-redes-sociais-potencialmente-educativos/" title="3 aplicativos de redes sociais potencialmente educativos">ambientes mais interativos</a> podem colaborar para uma <strong>educação mais adequada</strong> aos desafios atuais que a simples exposição de resumos em <strong>lousas</strong>!</p>
<p>&#8212;&#8211;<br />
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		<title>Dissertação sobre Blogues na Educação</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Sep 2011 13:33:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Friendika]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>

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		<description><![CDATA[A linguagem em #blog #educativo e o processo de #aprendizagem http://miud.in/X5h dissertação de mestrado de Adriana Boeira. Nesta dissertação, Adriana Boreira investiga o uso dos blogues em contextos educacionais a partir das teorias de aprendizagem de Vygotsky e da teoria sobre a enunciação e a posição responsiva de  BAKHTIN. Pessoalmente não conhecia o tal do Bakhtin e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A linguagem em #<a href="http://social.sergioflima.pro.br/search?search=blog" target="external-link">blog</a> #<a href="http://social.sergioflima.pro.br/search?search=educativo" target="external-link">educativo</a> e o processo de #<a href="http://social.sergioflima.pro.br/search?search=aprendizagem%C2%A0http" target="external-link">aprendizagem</a> <a href="http://miud.in/X5h">http://miud.in/X5h</a> dissertação de mestrado de <strong>Adriana Boeira</strong>.</p>
<p>Nesta dissertação,  <strong>Adriana Boreira</strong> investiga o uso dos blogues em contextos educacionais a partir das teorias de aprendizagem de <strong>Vygotsky</strong> e da teoria sobre a enunciação e a posição responsiva de  <strong>BAKHTIN</strong>.<br />
<br />
Pessoalmente não conhecia o tal do Bakhtin e, ainda que eu seja bem suspeito para opinar, achei muito legal o trabalho de investigação apresentado no trabalho.</p>
<p>
O arquivo da dissertação pode ser encontrado <a href="http://www.ucs.br/ucs/tplPOSEducacao/posgraduacao/strictosensu/educacao/dissertacoes/dissertacao?identificador=501" target="external-link">aqui</a>. E também anexado abaixo.</p>
<p>#<a href="http://social.sergioflima.pro.br/search?search=academia" target="external-link">academia</a></p>
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		</item>
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		<title>Qual a melhor Rede Social para uma Escola?</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/qual-a-melhor-rede-social-para-uma-escola/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/qual-a-melhor-rede-social-para-uma-escola/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 13 Sep 2011 15:41:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Analisando os logs de acesso a este blogue reparei que uma pergunta que costuma trazer visitantes pra cá é a que está no título deste texto: Qual a melhor rede social para a minha escola? Esta pergunta não tem uma resposta única e vai depender de, basicamente, três aspectos principais: Qual o Projeto Pedagógico [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução</h2>
<p>Analisando os logs de acesso  a este blogue reparei que uma pergunta que costuma trazer visitantes pra cá é a que está no título deste texto: <strong>Qual a melhor rede social para a minha escola?</strong></p>
<p>Esta pergunta não tem uma resposta única e vai depender de, basicamente, três aspectos principais:</p>
<ul>
<li>Qual o Projeto Pedagógico da Escola?</li>
<li>Qual a expertise do pessoal de TI da Escola?</li>
<li><a href="http://www.aprendendoemrede.info/fazendo-um-levantamento-do-perfil-tecnologico-dos-alunos/" title="Fazendo um levantamento do perfil tecnológico dos alunos">Qual o perfil tecnológico da comunidade escolar</a>?</li>
</ul>
<p>Uma resposta parcial, pode ser encontrada  no texto: <strong><a href="http://www.aprendendoemrede.info/3-aplicativos-de-redes-sociais-potencialmente-educativos/" title="Qual a melhor rede social para a asua escola?">3 aplicativos de redes sociais potencialmente educativos</a></strong>.</p>
<p>Uma resposta mais realista, deve ser sempre pensada junto com os professores da escola. Pois afinal, nenhuma decisão que não leve em conta os gostos e necessidades dos professores poderá ter êxito (no médio e/ou longo prazo) em qualquer Escola!<strong> Evite  basear a sua decisão apenas em opiniões de &#8220;especialistas em redes sociais&#8221;</strong>. Acredite, os seus professores, sabem muito mais sobre a sua escola e seus alunos do que eles!</p>
<p><strong>[atualização]</strong><br />
Aqui um texto bem legal <a href="http://educacaolivreparapensar.blogspot.com/2011/09/alunos-e-professores-amigos-no-facebook.htm">discutindo Facebook e Escola</a>!<br />
<strong>[/atualização]</strong></p>
<p><strong>Sua Escola faz uso de Redes Sociais</strong>?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>3  aplicativos de redes sociais potencialmente educativos</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/3-aplicativos-de-redes-sociais-potencialmente-educativos/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/3-aplicativos-de-redes-sociais-potencialmente-educativos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2011 14:26:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Ok, aplicativos de redes sociais viraram hype e, potencialmente, podem favorecer aprendizagens compartilhadas, descentralizadas, colaborativas e (coloque aqui sua tag pedagógica da moda!)&#8230; Na verdade só farei uma descrição bem rápida e rasteira dos 3 aplicativos de redes sociais que estou usando/testando com um ping-pong rápido&#8230; Os Aplicativos Friendika O mais crú dos 3, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução</h2>
<p>Ok, aplicativos de <strong>redes sociais</strong> viraram <a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/o_que_e_um_hype">hype</a> e, potencialmente, podem favorecer <strong>aprendizagens compartilhadas, descentralizadas,  colaborativas</strong> e (<em>coloque aqui sua tag pedagógica da moda!)</em>&#8230;</p>
<p>Na verdade   só farei uma descrição bem rápida e rasteira dos 3 aplicativos de redes sociais que estou usando/testando com um ping-pong rápido&#8230;</p>
<h2>Os Aplicativos</h2>
<h3><a href="http://project.friendika.com/">Friendika</a></h3>
<p>O mais crú dos 3, pois ainda em franco desenvolvimento, mas com muitas potencialidades técnicas:<br />
<b>Pontos Fortes</b></p>
<ul>
<li>Você <a href="http://social.sergioflima.pro.br/">instala no seu servidor</a> e  tem controle completo sobre seus dados.</li>
<li>Você <a href="http://social.sergioflima.pro.br/help/Connectors">pode conversar com outras redes</a> (Identi.ca, Twitter, Facebook, Diáspora, etc (qualquer rede que tenha RSS ou use protocolos abertos!)</li>
<li>Com um ótimo suporte para sub-conjunto de contatos (turmas, projetos &#8211; a mesma ideia dos Círculos do G+).</li>
<li>Você pode instalar no seu servidor!</li>
<li>Software Livre <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </li>
</ul>
<p><b>Pontos Fracos</b></p>
<ul>
<li><s>Um pouco lenta</s>. (Da versão 2.2.1081 em diante há uma boa performance);</li>
<li>Ainda com poucos recursos úteis (<s>cliente para dispositivos móveis</s> (<a href="http://social.sergioflima.pro.br/display/oigreslima/6037" title="Cliente Android para Friendika">Já tem para Android</a>), interface otimizada para telas pequenas, etc..)</li>
<li>Precisa de servidor próprio (É um ponto fraco relativo!).</li>
<li>Requer um mínimo de expertise técnica.</li>
</ul>
<p><b>[Atualização]</b><br />
Um excelente texto que descreve o que está em jogo na escolha do <b>Friendika</b> <a href="http://teia.bio.br/node/4697" title="Friendika, privacidade e liberdade">pode ser lido aqui</a> de autoria do <strong><a href="http://social.teia.bio.br/display/aracnus/" title="Frederico no Friendika">Frederico &#8220;aracnus&#8221; Gonçalves</a></strong>.<br />
<b>[/Atualização]</b></p>
<h3><a href="http://aprendendofisica.net/rede/sobre/">BudyPress + WordPress</a></h3>
<p>O mais maduro  e <a href="http://aprendendofisica.net/rede/">o que eu tenho mais tempo de uso</a>. Mais amigável, mais desenvolvedores trabalhando e o mais pronto para   começar a usar agora.<br />
<b>Pontos Fortes</b></p>
<ul>
<li>Muitos recursos (publicação, fóruns, micro-textos, rss,)</li>
<li>Muitos templates prontos e otimizados para telas grandes ou pequenas de modo automático.</li>
<li>Aplicativo de administração para Android.</li>
<li>Você no controle dos seus dados!</li>
</ul>
<p><b>Pontos Fracos</b></p>
<ul>
<li>Precisa de servidor próprio (É um ponto fraco relativo!).</li>
<li>Requer um mínimo de expertise técnica.</li>
</ul>
<h3><a href="http://plus.google.com">Google Plus</a></h3>
<p>O novo <a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/o_que_e_um_hype">hype</a> do momento! É desenvolvida por um grande jogador da web 2.0.<br />
<b>Pontos Fortes</b></p>
<ul>
<li>Seus dados podem ser exportados.</li>
<li>Não requer expertise técnica nem servidor próprio.</li>
<li>Muitos recursos e otimizado para telas pequenas.</li>
<li>Com um ótimo suporte para sub-conjunto de contatos (turmas, projetos).</li>
</ul>
<p><b>Pontos Fracos</b></p>
<ul>
<li>Você não está no controle dos dados.</li>
<li>mimimi privacidade.</li>
</ul>
<p>Por que não <strong>Facebook</strong>? Algumas considerações, <a href="http://www.aprendendoemrede.info/facebook-na-educacao/" title="Facebook na Educação">aqui</a>!</p>
<h2>Fechando a Conversa</h2>
<p>Tenha em mente que as questões técnicas são apenas uma parte da questão do uso de tecnologias informacionais em contextos educacionais:</p>
<p>&#8220;<i><a href="http://www.aprendendoemrede.info/como-criar-um-edublogue-parte-1/">Embora “peopleware” e pedagogia sejam mais determinantes que a tecnologia em si, como veremos a seguir, a escolha da ferramenta adequada nos poupará trabalho e nos permitirá gastar tutano nas coisas que realmente são as mais importantes (para um &#8211; coloque aqui a <em>tecnologia hype da moda</em>!): Criar Comunidades de Aprendizagem em torno de um &#8211; <strong>tecnologia hype da moda</strong></a>.</i></p>
<p>Quais suas sugestões/experiências com aplicativos de redes sociais em contextos educacionais?</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Redes Sociais e Educação (novamente)</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/redes-sociais-e-educacao-novamente/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/redes-sociais-e-educacao-novamente/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 02 Jul 2011 00:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologias]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Eu entendo que o jornalista te faça perguntas e edite suas respostas para que caiba no espaço que ele tem para a matéria. Mas acho inadmissível que ele invente coisas. Que diga que você afirmou coisas que você não disse. Numa entrevista para uma matéria sobre Redes Sociais e Educação a matéria diz: &#8220;Lima [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h1>Introdução</h1>
<p>Eu entendo que o jornalista te faça perguntas e edite suas respostas para que caiba no espaço que ele tem para a matéria. Mas<strong> acho inadmissível</strong> que ele invente coisas. Que diga que você afirmou coisas que você não disse.</p>
<p>Numa entrevista para <a href="http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5215388-EI8266,00.html" title="Redes Sociais e Educação no Terra">uma matéria sobre <strong>Redes Sociais e Educação</strong></a> a matéria diz:</p>
<p>&#8220;<i>Lima conta que a ideia de criar uma rede somente para isso veio depois que suas tentativas de usar Twitter e Facebook foram frustradas. &#8220;Os jovens não querem postar conteúdos educacionais em seus perfis. Eles não gostam de misturar as coisas&#8221;, afirma.(&#8230;)&#8221;</i></p>
<p><strong>Eu nunca disse isso!</strong>  Colo abaixo (aprendi com o <a href="http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/" title="Blogue da Petrobrás">blogue da Petrobras</a>) as perguntas e minhas respostas para que vocês possam tirar suas conclusões!</p>
<h1>Perguntas e Respostas</h1>
<p><strong> O uso de redes sociais funciona em sala de aula?</strong></p>
<p>Sim e Não! Depende do que convencionarmos chamar de &#8220;funcionar&#8221; <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Como? Pode-se usar as &#8220;redes sociais&#8221; para se fazer &#8220;mais do mesmo&#8221;:<br />
Dispor recursos educacionais, exercícios, tarefas escolares e ajudar os<br />
alunos nas atividades para além da sala de aula. Isso, até tem  o seu<br />
valor. Mas, na minha opinião, é subutilizar as possibilidades das &#8220;redes<br />
sociais&#8221;.</p>
<p>As redes sociais podem, tembém, tentar produzir pequenas contra-hegemonias<br />
no modo como a Escola funciona. Podem tentar deslocar o centro de<br />
gravidade da Escola de um &#8220;espaço de ensino&#8221; para um &#8220;espaço de<br />
aprendizagens&#8221;.</p>
<p>Evidentemente que construir essas &#8220;pequenas contra-hegemonias possíveis&#8221; é<br />
tarefa árdua, pois:<br />
1 &#8211; Dá trabalho para todos que se envolvem com essas &#8220;contra-hegemonias&#8221;!<br />
2 &#8211; Precisa romper com toda uma cultura escolar de nota, de currículos<br />
estáticos, de tempos rígidos para programas e etc.<br />
3 &#8211; Ir além do &#8220;reme-reme&#8221; da Escola tradicional, pode incomodar alunos,<br />
gestores e o &#8220;status quo&#8221; estabelecido!</p>
<p><strong>&gt;De que forma pode  contribuir para a educação?</strong></p>
<p>As &#8220;redes sociais&#8221; podem recolocar os alunos no centro da aprendizagem. As<br />
&#8220;redes sociais&#8221; podem intensificar as interações tão badaladas em teorias<br />
de aprendizagem (sócio-interacionismo[3] de Vygotsky ou Conectivismo[4] de<br />
Siemens) de uma maneira  nunca antes experimentada pela escola. As &#8220;redes<br />
sociais&#8221; permitem que as possibilidades de aprendizagem possam ocorrer<br />
para além do espaço e tempo da &#8220;sala-de-aula&#8221;.  As &#8220;redes-sociais&#8221; podem<br />
&#8220;catalizar&#8221; a reinvenção da escola!</p>
<p>3 &#8211; http://pt.wikipedia.org/wiki/Teorias_da_aprendizagem<br />
4 &#8211; http://miriamsalles.info/wp/?p=3195</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt; Muitos educadores afirmam que pode desviar a atenção do aluno do conteúdo.<br />
&gt; O  que você acha isso?</strong></p>
<p>Acho que realmente as &#8220;redes sociais&#8221; podem desviar e também podem<br />
aproximar os alunos dos &#8220;conteúdos&#8221; escolares! Um aluno, em particular,<br />
poderia desviar sua atenção sobre como se calcula a transposta de uma<br />
matriz quadrada (mas isso poderia não  lhe servir de todo jeito mesmo). E<br />
este mesmo aluno poderia descobrir como a física é muito mais do que<br />
memorizar um monte de fórmulas sem sentido!</p>
<p>O que quero dizer é que o problema talvez não seja a inadequação das<br />
&#8220;redes sociais&#8221; aos contextos educacionais, mas sim, a inadequação dos<br />
programas (dos tão sacralizados conteúdos escolares) e do modo como se<br />
organiza e funcionam nossas escolas atuais!</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt; Quando você começou a usar as redes sociais nas suas aulas?</strong></p>
<p>Minhas primeiras &#8220;experiências&#8221; começaram em 2004 com o uso dos blogues em<br />
contextos educacionais<br />
(http://fisica2cec.blogspot.com/2004/02/primeira-pesquisa.html) e de lá<br />
pra cá tenho tentado inserir (criticamente), tanto quanto é possível, as<br />
tecnologias de Informação e Comunicação no meu trabalho docente.</p>
<p><strong>&gt;Como tem sido  a  participação dos alunos?</strong></p>
<p>Resumidamente, eles participam mais nas atividades que valem nota e<br />
participam pouco naquelas que não tem uma nota como um &#8220;incentivo&#8221;.</p>
<p><strong>&gt; Acha que aumentou o interesse deles nas aulas?</strong></p>
<p>De um modo geral não há um aumento de interesse, por parte dos alunos, nas<br />
aulas. O que ocorre é uma maior variadade de oportunidades de aprender!<br />
Aqueles que, por algum motivo, não conseguem aprender apenas no tempo da<br />
escola podem agora, no seu próprio tempo, na interação com outros colegas<br />
ou com o &#8220;conhecimento produzido na rede&#8221;, aprender o que não o fizeram no<br />
&#8220;tempo/espaço&#8221; da escola.</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt; Você criou uma rede social para usar durante as aulas. Como funciona?<br />
&gt; Quando<br />
&gt; surgiu a idéia? Os alunos gostam?</strong></p>
<p>A ideia é usar a rede social do Aprendendo<br />
Física(http://aprendendofisica.net/rede) para ampliar as possibilidades de<br />
aprendizagens colaborativas. Como ela está lá, aproveito também para<br />
dispor recursos educacionais para os alunos. Basicamente os alunos se<br />
cadastram na rede e alguns &#8220;projetos de aprendizagem&#8221; são organizados,<br />
discutidos e publicados na mesma.</p>
<p>Alunos e professor podem interagir para além da sala de aula em torno de<br />
&#8220;objetivos educacionais&#8221; bem definidos.  Infelizmente a maior parte dos<br />
alunos entende a rede como um espaço para apresentar os &#8220;trabalhos<br />
escolares&#8221;. Há, ainda, pouca interação entre eles ou em torno dos<br />
projetos, ainda que exista outras interações dentro da rede.</p>
<p>Isto, parece ser, uma evidência de que o uso desta &#8220;rede social&#8221;, por uma<br />
única disciplina, ainda é somente um ponto fora da curva dentro da &#8220;forte<br />
rotina escolar&#8221; deles.</p>
<p>Há alunos que não gostam da rede, pois as atividades lhes dão mais<br />
trabalho do que outras mais burocráticas (entregar algo por escrito ou<br />
fazer um teste/prova). Há aqueles que gostam. Não tenho um feedback<br />
quantitativo sobre isto.</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt; Você faz uso somente desta rede, ou também usa twitter, ou facebook?</strong></p>
<p>Eu faço somente uso desta rede (já tentei, timidamente, usar o<br />
BUZZ(http://www.google.com/buzz?hl=pt-BR), mas sem muito sucesso). Acho<br />
que usar o twitter, para fins educacionais, é uma inadequação pois há<br />
muitas outras ferramentas que podem ser muito mais efetivas para isso. Um<br />
argumento mais extenso sobre este ponto pode ser lido aqui:</p>
<p>http://www.aprendendoemrede.info/5-motivos-para-nao-se-usar-microblogues-em-educacao/</p>
<p>O facebook pode até ser mais adequado (que o twitter)! Mas, para o longo prazo, não acho adequado entregar a produção coletiva de um grupo a terceiros. Se amanhã eles resolverem mudar os termos de serviço? Toda a inteligência construída por um coletivo de aprendentes pode ficar inacessível ou o uso deste serviço pode ficar inviabilizado. Se você acha que sou paranóico com isso,  já tivemos um caso/exemplo deste problema com<br />
o NING:</p>
<p>http://www.aprendendoemrede.info/3-licoes-que-os-professores-podem-aprender-com-o-ning/</p>
<p>PS: Eu criei minha rede no NING (http://aprendendofisica.ning.com) e<br />
quando eles mudaram os termos de serviço, toda nossa produção por lá ficou<br />
inacessível (eu fiz os backups e os tenho, mas o importante é que aquele<br />
espaço ficou inacessível  para a nossa comunidade!)</p>
<p>Uma discussão mais extensa sobre  Facebook  na educação (na verdade, 3<br />
argumentos porque EU não o usaria) está aqui:</p>
<p>http://www.aprendendoemrede.info/facebook-na-educacao/</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt; Acha que o uso do twitter durante as aulas também pode ser eficaz? Como?</strong></p>
<p>Não, não acho que twitter em educação seja eficaz. Twitter incentiva a<br />
&#8220;não reflexão&#8221;, o imediatismo e a irrelevância (no caso geral).   Pode até<br />
ser usado em casos específicos, (hackeado para fins educacionais:<br />
http://www.botanicalls.com/kits/). Mas, no caso geral, acho um mero<br />
modismo! Um uso apenas pelo &#8220;hype&#8221; (mas sou opinião minoritária sobre<br />
isso) rs</p>
<p><strong>&gt;<br />
&gt;<br />
&gt; É basicamente isso<br />
&gt;<br />
&gt; Fico no aguardo</strong></p>
<p>Desculpe, Renata, se não consegui ser mais sucinto mas, qualquer dúvida<br />
adicional, sinta-se a vontade para perguntar.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Facebook na Educação</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/facebook-na-educacao/</link>
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		<pubDate>Sun, 15 May 2011 15:14:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>
		<category><![CDATA[redes-sociais]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Introdução Com o lançamento do Guia do Facebook para Educadores, que ainda não tive tempo de ler, é possível que muitos educadores &#8220;deslumbrados&#8221; com o uso das TICs na Educação se sintam entusiasmados para experimentá-lo em suas práticas educativas. Acho louvável o espírito de experimentação e inovação em educadores (e em qualquer profissional!), mas acho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Introdução</h2>
<p>Com o lançamento do <strong><a href="http://facebookforeducators.org/" title="Guia do facebook para Educadores">Guia do Facebook para Educadores</a></strong>, que ainda não tive tempo de ler, é possível que muitos educadores &#8220;deslumbrados&#8221; com o <a href="http://emrede.blog.br/tics/" title="Assessoria de uso das TICs em Educação">uso das TICs na Educação</a> se sintam entusiasmados para experimentá-lo em suas práticas educativas.</p>
<p>Acho louvável o  espírito de experimentação e inovação em educadores (e em qualquer profissional!), mas acho também igualmente (ou até mais) louvável o espírito crítico para fazer escolhas sensatas e não apenas surfar <strong><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/sergio-blog/o_que_e_um_hype" title="O que é um Hype?">hypes</a></strong> em busca de uma &#8220;<em>tag de inovador</em>&#8220;!</p>
<p>Não precisamos procurar muito, caro leitor,  para observar vários projetos de uso de <strong>TICs em Educação</strong>, que se autodenominam &#8220;inovadores&#8221; mas que simplesmente dão <strong>roupagem tecnológica</strong> às mesmas velhas práticas educacionais do Século XIX: <em><strong>Uso de Tecnologia para Transmitir conteúdos disciplinares previamente escolhidos pelos &#8220;ensinadores&#8221; </strong></em>.</p>
<p>Porque a questão da <strong>escolha de uma plataforma/tecnologia/ferramenta</strong> para o <strong>desenvolvimento de práticas educativas</strong> não é uma questão trivial e muito menos neutra pretendo <strong>expor três considerações</strong> sobre o tema,  que devem ser entendidos como um convite para a reflexão conjunta e não um veredicto final.</p>
<h2>#1 &#8211; Virtual Versus Presencial</h2>
<p>De cara, eu gostaria de  trazer a baila um certo mito que se faz em relação aos aplicativos com ênfase em &#8220;interações sociais&#8221;. Sem entrar no mérito do que é uma <a href="http://www.pontomidia.com.br/raquel/arquivos/sites_de_rede_social_e_apropriacao_uma_discussao.html" title="Raquel Recuero é a melhor pessoa para nos explicar sobre isto">Rede Social</a> eu me pergunto se faz sentido <a href="http://lousadigital.blogspot.com/2011/05/alunos-e-professores-nas-redes-sociais.html" title="Alunos e Professores em Redes Sociais">ter posturas diferentes, no relacionamento com alunos, colegas e comunidade escolar no presencial e no virtual</a>?</p>
<p>Do modo como eu vejo as coisas, embora existam especificidades no presencial e no virtual, a postura do professor deve ser a mesma. Respeito, diálogo e um distanciamento saudável entre seu lado profissional e pessoal/privado. <strong>Não me parece que deva haver uma postura diferenciada no presencial e no virtual</strong>!</p>
<p>O que cada um julga inadequado no presencial também será no virtual (e vice-versa). Você pode ser amigo dos seus alunos, MAS VOCÊ NÃO DEVE SER UM COLEGA DOS SEUS ALUNOS! Você pode criar um ambiente para que seus alunos sintam-se a vontade para errar e perguntar nas situações de aprendizagem, mas você não deveria (em minha opinião) estabelecer vínculos de intimidade com seus alunos, no caso geral!  Bom senso é a regra de ouro! <strong>E não há nenhum motivo para que os limites do bom senso sejam diferentes entre o virtual e o presencial!</strong></p>
<p>Logo o que você não faria (ou não deveria fazer) no presencial continua não fazendo (ou não devendo fazer) em qualquer ambiente virtual e ponto final!</p>
<h2>#2 &#8211; Sua Produção estará disponível no Médio/Longo Prazo?</h2>
<p>Quando se pensa no uso do Facebook como plataforma de aprendizagens você deveria se preocupar em ler as letras miúdas dos <a href="http://www.facebook.com/terms.php?ref=pf" title="Termos de Serviço do facebook">termos de serviço do mesmo</a>. Será que seu conteúdo publicado lá continuará sendo seu, terá garantias de disponibilidade no médio e longo prazo?  Uma boa discussão, em português, dos termos de serviço do facebook <strong> <a href="http://www.colnago.adv.br/termos-de-uso-e-privacidade-o-facebook/" title="aspectos legais do Facebook">pode ser lida aqui</a></strong>. Saiba que <strong>ao dispor seu conteúdo no Facebook você automaticamente o autoriza a usá-lo como quiser sem lhe pagar nada!<br />
</strong></p>
<p>Um outro ponto importante, ao meu ver, é que se eles quiserem mudar os termos de serviço no futuro, em benefício próprio, você não poderá fazer muita coisa a não ser chorar sobre o leite derramado como <a href="http://www.aprendendoemrede.info/3-licoes-que-os-professores-podem-aprender-com-o-ning/" title="o que podemos aprender com o NING">já aconteceu com o NING</a>! E se você acha que estou sendo alarmista <a href="http://blogs.estadao.com.br/link/twitpic-muda-termos-de-uso-e-irrita-usuarios/" title="Twitpic muda seus termos de serviço">veja o que <strong>JÁ</strong> ocorreu com o Twitpic&#8230;</a></p>
<h2>#3 &#8211; Gerencie sua Produção</h2>
<p>Se por uma lado é verdade que conteúdo, hoje, virou <a href="http://www.infoescola.com/economia/commodities/" title="O que são commodities?">commodities</a> é igualmente verdade que só  um gerenciamento estratégico da sua produção on-line poderá agregar (ou não) valor ao seu conteúdo. Assim, eu continuo achando que, no longo prazo, é uma temeridade deixar que serviços de terceiros gerenciem seu conteúdo:</p>
<p>&#8220;<i><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/blogefisica/2008/06/10/tics-para-professores-parteiii" title="Um kit minimalista para professores">Como você pode notar, ter um domínio com o seu nome ou com a sua marca/empresa reforça, também no campo simbólico, a sua presença na web!</p>
<p>Mas, mais do que isto, é uma maneira eficaz de gerenciar de modo centralizado (e simplificado) toda a sua produção na web! Acredite, vivemos uma web de escrita e leitura. E quando você se der conta, terá publicado uma enorme quantidade de conteúdo e, facilitará a vida de quem o procura que ele esteja acessível de um lugar centralizado.</p>
<p>Ter um domínio próprio pode implicar num pequeno trabalho inicial. Por outro lado, o seu crescimento e suas experimentações não ficarão espalhadas pelo ciberespaço pulverizando sua presença na web.</a></i>&#8221;</p>
<h2>Uma Última Consideração</h2>
<p>Nos três pontos acima,  chamei a atenção das principais preocupações que um <strong>educador crítico</strong> deveria  ter antes de resolver usar Plataformas de Terceiros para seus projeto educacionais. Entretanto, não podemos fechar os olhos para o fato, irrefutável, que uma grande massa dos nossos alunos (presentes, passados e futuros) estarão nestas &#8220;Plataformas de Redes Sociais&#8221;.</p>
<p>Assim, num próximo texto aqui no blogue, pretendo pensar (junto com vocês) como utilizar este fluxo informacional que poder ser gerado nestas plataformas sociais, de modo que seja lucrativo e seguro para todos. </p>
<p>Se você já pensou sobre o tema, sinta-se a vontade para comentar (com mais de 140 caracteres) aqui nos comentários ou no seu blogue (e deixe-me saber!) sobre esta e/ou outras questões correlatas.</p>
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		<title>11 maneiras de se aprender em 2011</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/11-maneiras-de-se-aprender-em-2011/</link>
		<comments>http://emrede.blog.br/tics/blog/11-maneiras-de-se-aprender-em-2011/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 16:04:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizagem]]></category>
		<category><![CDATA[web2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Nota de Tradução Esta é uma livre tradução de 11 way to learn in 2011 escrita por Connie Malamed no excelente blogue The E-learning Coach. Se inglês não é um problema pra você leia o original. Thanks Connie Malamed for permission to translate! Porque a lista do ano passado das 10 maneiras de se aprender [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Nota de Tradução</h2>
<p>Esta é uma livre tradução de <a href="http://theelearningcoach.com/elearning2-0/11-ways-to-learn-in-2011/" title="11 way to learn in 2011">11 way to learn in 2011</a> escrita por <b><a href="http://theelearningcoach.com/about/" title="Connie Malamedy">Connie Malamed</a></b> no excelente blogue <b><a href="http://theelearningcoach.com/" title="E-learning Coach">The E-learning Coach</a></b>. Se inglês não é um problema pra você <a href="http://theelearningcoach.com/elearning2-0/11-ways-to-learn-in-2011/" title="11 way to learn in 2011">leia o original</a>. <b>Thanks Connie Malamed for permission to translate!</b></p>
<p>Porque a lista do ano passado das <a href="http://www.aprendendoemrede.info/10-modos-de-se-aprender-em-2010/" title="10 maneiras de se aprender em 2010">10 maneiras de se aprender em 2010</a>, foi amplamente lida, eu sabia que não tinha outra escolha, que não fosse criar uma lista ainda maior para 2011.</p>
<p>As oportunidades de aprendizagem on-line cresceram bastante no  último ano. Curiosamente, parece haver mais formas de se envolver em aprendizagens ativas. Assim, sem maiores introduções, aqui está a lista oficial de onze excitantes maneiras de você  aprender on-line no ano que chega.</p>
<h3>1. Aprenda a se concentrar</h3>
<p>Todos nós sabemos  quão importante é  ganhar e manter a atenção de um aluno. Então, começe a sua jornada de aprendizagem focado numa boa ideia. Se você precisa  melhorar nesta área de sua vida (e quem não precisa), dê uma olhada no e-livro gratuito do Leo Babauta , <em>Foco</em> (ele é o autor do Zen Habits (Hábitos Zen) e Zen to Done (Zen para fazer)).</p>
<p>Existem três opções para a leitura de <em>Foco</em>: 1) <a href="http://theelearningcoach.com/resources/elearning-goodies/">Baixe a versão gratuita do e-livro</a>  (é o quarto item  da minha página de &#8220;indicações&#8221;), 2) compre a <a href="http://theelearningcoach.com/recs/focus-on-kindle.html">edição para Kindle</a> na Amazon ou 3) obtenha a <a href="http://focusmanifesto.com/">versão Premium</a>, que é um curso digital completo. Confira também as<a href="http://theelearningcoach.com/business/12-tips-to-improve-your-focus/"> minhas 12 dicas de como permanecer focado</a> para algumas dicas rápidas.</p>
<h3>2. Vire o Mestre do Universo</h3>
<p>Aprenda a fazer algo que você sempre desejou  fazer, mas precisava de instruções passo-a-passo para conseguir. O <a href="http://howto.wired.com/wiki/Main_Page">Wiki &#8220;como se faz&#8221;  da Wired</a> ensina de tudo, da construção de um iglu até como usar bittorrent. Você pode colaborar e compartilhar seus conhecimentos de como-fazer  no <a href="http://www.wikihow.com/Main-Page">Wiki Como</a>. Você também pode deixar  dicas e instruções de como se faz no <a href="http://www.instructables.com/">Instructables</a> para se sentir poderoso e se você está empolgado (dead serious) e tem uma caixa de ferramentas, vá para os projetos DIY (faça você mesmo) no <a href="http://makezine.com/">Make.</a></p>
<h3>3. Explore o mundo dos Museus</h3>
<p>Existem tantos lugares para se visitar e tão pouco tempo. Muitos sítios-web de museus agora fornecem uma galeria online de seus acervos, resumos das exposições ativas e passeios virtuais. Infelizmente, muitos museus ainda não oferecem isto. Esses links te levam diretamente as páginas onde você pode começar a explorar cada um dos seguintes museus:   <a href="http://www.louvre.fr/llv/musee/visite_virtuelle.jsp?bmLocale=en">Louvre</a>,  <a href="http://www.britishmuseum.org/explore/online_tours.aspx">Museu Britânico</a>, <a href="http://www.tnm.go.jp/en/gallery/index.html">Museu Nacional de Tóquio</a>, <a href="http://www.si.edu/Exhibitions/Search/Virtual">Smithsonian</a>, o <a href="http://moma.org/explore/collection/index">MOMA (Museu de Arte Moderna)</a>, <a href="http://www.hermitagemuseum.org/html_En/03/hm3_0.html">Museu Hermitage</a>, o <a href="http://www.museodelprado.es/en/the-collection/painting/">Museu do Prado</a> e <a href="http://www.npm.gov.tw/en/collection/selections_01.htm">Museu do Palácio Nacional</a>.</p>
<h3>4. Hackeie sua Vida</h3>
<p>Embora a vida não venha com manual de instruções, esses blogues tentam  fornecer um. No <a href="http://www.dumblittleman.com/">Dumb Little Man</a>, você encontrará dicas e conselhos sobre  produtividade, carreira, negócios e hacks da vida. A autora do best-seller <a href="http://www.happiness-project.com/">Hapiness Project (Projeto Felicidade)</a> passou um ano testando  cada princípio, que ela podia encontrar para ser feliz. Este blogue é uma continuação de suas explorações. <a href="http://www.productivity501.com/">Produtividade 501</a> é dedicado a melhora de sua produtividade pessoal. O <a href="http://the99percent.com/">99 percent</a> apresenta artigos e conselhos para   fazer as ideias  acontecerem. E não se esqueça do blogue premiere que lançou o gênero, <a href="http://lifehacker.com/">LifeHacker</a>.</p>
<h3>5. Torne-se um contador de histórias</h3>
<p>Como caminhamos para a digitalização de tudo, aprender habilidades tradicionais torna-se cada vez mais importante. Contar histórias é uma delas. Do livro de Nancy Duarte sobre contar histórias em apresentações, <a href="http://theelearningcoach.com/recs/resonate_book.html" title="Resonate Book">Resonate</a>, a <a href="http://www.nten.org/events/webinar/2010/02/24/webinar-series-online-storytelling-bootcamp">um barcamp sobre contar estórias on-line</a>, está se tornando uma obsessão cultural. Há muitas oportunidades on-line para se aprender mais sobre esta antiga prática.</p>
<p>Você pode manter contato com contadores de histórias através da <a href="http://www.storynet.org/">Rede Nacional de Histórias</a> e assistir a vídeos de narradores profissionais em <a href="http://professionalstoryteller.ning.com/video">&#8220;Narradores Profissionais&#8221;</a>. Procure artigos sobre histórias em <a href="http://storyteller.net">Storyteller.net</a>. Aprenda a contar histórias em vídeo no New York Video Escola. Eles tem pacotes mensais. Educadores poderão gostar das ideias para a aprendizagem em História das Artes usando narração de estórias e muitos outros recursos encontram-se no  <a href="http://www.storybug.net/links.html">Bug Story</a>.</p>
<h3>6. Acalme seu  Geek Interior</h3>
<p>Existem dezenas de maneiras de satisfazer o seu geek interior. Para entender  conceitos de software e tecnologia, a <a href="http://www.commoncraft.com/">Common Craft</a> produz  explicações animadas. Você também pode encontrar excelentes cursos online em muitos programas de software em <a href="http://theelearningcoach.com/recs/lyndadotcom.html">Lynda.com</a>. E  há  <a href="http://makeuseuof.com">makeuseuof.com</a>, para ajudá-lo a ficar a par das melhores ferramentas de software, serviços e sites.</p>
<p>Confira <a href="http://gizmodo.com/">Gizmodo</a> e  <a href="http://www.engadget.com/">Endgadget</a> e mantenha-se antenado com o mundo da tecnologia e dos dispositivos legais. E uma vez que as notícias de tecnologia se movem rapidamente, você  permanecerá atualizado através do <a href="http://techcrunch.com/">TechCrunch</a>. Finalmente, há um sítio-web sobre tecnologia (gadget) que escreve a partir de uma perspectiva feminina -<a href="http://popgadget.net/">Popgadget</a> (homens também podem ler).</p>
<h3>7. Aprenda em movimento</h3>
<p>Se você ainda não começou a ouvir podcasts em seu celular ou tocador de mp3 é hora de começar. Você será cobrado para encontrar tempo para aprendizagens extras durante o dia. Para os podcasts e videocasts, comece com o <a href="http://www.apple.com/education/itunes-u/whats-on.html">iTunes University</a>, com mais de 300.000  palestras, vídeos e filmes (alguns só funcionam em aparelhos da Apple, mas muitos trabalham em todos os tocadores de mp3) gratuitos. Veja uma seleção de cursos através do <a href="http://www.apple.com/itunes/download/">software iTunes</a> ou através dos sítios-web de cada universidade.</p>
<p>Você pode se inscrever para uma enorme variedade de podcasts gratuitos no iTunes, mas existem outras fontes também. Considere podcasts de: <a href="http://podcast.com/">Podcast.com</a>, <a href="http://www.bbc.co.uk/podcasts">Podcasts BBC</a>, <a href="http://www.scientificamerican.com/podcast/podcasts.cfm?type=science-talk">Scientific American</a> e <a href="http://epnweb.org/">National Public Radio</a>. Se estiver interessado em auto-ajuda e assuntos pessoais, tente <a href="http://personallifemedia.com/">Personal Life Media</a>. Se  está procurando uma super seleção de livros de áudio (e disposto a assiná-los), confira <a href="http://theelearningcoach.com/recs/audible.html">Audible.com</a>.</p>
<h3>8. Produza Vídeos / Inicie um canal</h3>
<p>O engajamento do mundo com o vídeo aumentou com o surgimento das redes sociais. O que isso significa para a aprendizagem pessoal? Agora é a hora para você compartilhar seus conhecimentos em qualquer área ou atividade, fazendo tutoriais (how-to) e vídeos instrucionais. Esta é uma das melhores maneiras de continuar aprendendo. Você pode criar seu próprio canal no YouTube e também incorporar vídeos de outras pessoas como favoritos. Aqui estão <a href="http://www.ehow.com/how_4493894_create-youtube-channel.html">instruções no eHow</a>.</p>
<p>Mas, realmente, você não precisa nem mesmo possuir uma filmadora ou  webcam. Você pode criar vídeos de suas fotografias e músicas no <a href="http://animoto.com/">Animoto</a> e no <a href="http://www.masher.com/">Masher</a>. Se  quer ensinar algo que está no seu monitor, como um software tutorial, use um programa de screencasting. Aqui está uma excelente comparação de 12 <a href="http://www.emergingedtech.com/2010/01/comparing-12-free-screencasting-tools/">programas gratuitos para screencasting</a>.</p>
<h3>9. Crie Música</h3>
<p>Aprofunde-se em um espaço de aprendizagem auditivo com o <a href="http://www.ampledesign.co.uk/va/index.htm">Visual Acoustics</a>, que oferece uma tela para criar música. Você terá uma experiência esclarecedora trans-sensorial. (Tome um café enquanto espera o programa  carregar.) Ou, se  está procurando por diversão musical, crie um grupo de música de cantores franceses no <a href="http://www.incredibox.fr/">Incredibox</a>. Basta arrastar os instrumentos, vozes e efeitos de cada cantor e ouça a sua criação. Agora, se você é realmente um músico, tente <a href="http://www.jamstudio.com/Studio/index.htm">Jam Studio</a>, que é um programa mais avançado e por uma pequena quantia, poderá se tornar um membro obtendo mais recursos.</p>
<h3>10. Dê  Notícias</h3>
<p>Porque a Internet nivela todas as pessoas, o jornalismo cidadão está  em ascensão. Você pode tirar proveito desta oportunidade e aprender como ser um repórter amador. Saiba como realizar entrevistas no <a href="http://www.youtube.com/reporterscenter">You Tube Repórteres Center</a>. A CNN está tão ansiosa para receber relatos, que  desenvolveu um completo balcão de notícias <a href="http://ireport.cnn.com/">CNN iReport</a>, (sem verificação de fatos ou edição). Além disso, você pode aprender sobre a tecnologia associada ao jornalismo  no <a href="http://www.mediabistro.com/10000words/">blogue 10.000 Palavras</a>.</p>
<h3>11. Interaja com a História</h3>
<p>Dizem que a história se torna mais interessante quando as  pessoas amadurecem. Talvez seja verdade, mas fornecer controles ao usuário e conteúdo interativo também ajuda. Aqui estão alguns  sítios-web interessantes   de história  para se explorar. Comece com a grande <a href="http://www.bl.uk/learning/timeline/index.html">História do Mundo Ocidental</a>. É profundo e multi-dimensional, proporcionando uma rica experiência  de aprendizagem. Depois, há o <a href="http://www.bbc.co.uk/history/interactive/timelines/british/index_embed.shtml">linha do tempo da história britânica</a>, da BBC, <a href="http://www.digitalhistory.uh.edu/timeline/timelineO.cfm">Historia Digital dos EUA</a> e a <a href="http://www.biography.com/blackhistory/black-history-timeline.jsp">História dos Negros  nos EUA</a>, que remonta a 1619. Se você está interessado em política,  vai gostar de <a href="http://stateoftheunion.onetwothree.net/">Estado da União</a>, onde é possível analisar discursos que datam de 1790.</p>
<p>A NASA produziu muitas séries históricas e as expostas aqui são apenas uma amostra. Há uma para o  <a href="http://www.nasa.gov/externalflash/50th/main.html">50º aniversário da NASA</a>, que é bem completo com notícias e músicas de décadas passadas. A não ser  que você tenha menos de 10 anos, clique no botão &#8220;Pule a Animação&#8221;  do início. <a href="http://www.wechoosethemoon.org/">Nós escolhemos a Lua</a> cobre o lançamento da primeira Apollo, passo a passo. E o <a href="http://www.nasa.gov/externalflash/PQTimeline/">Planet Quest</a> apresenta a história do desejo humano em compreender os planetas.</p>
<h3>Nota de Tradução</h3>
<p>Esta é uma livre tradução de <a href="http://theelearningcoach.com/elearning2-0/11-ways-to-learn-in-2011/" title="11 way to learn in 2011">11 way to learn in 2011</a> escrita por <b><a href="http://theelearningcoach.com/about/" title="Connie Malamedy">Connie Malamed</a></b> no excelente blogue <b><a href="http://theelearningcoach.com/" title="E-learning Coach">The E-learning Coach</a></b>. Se inglês não é um problema pra você <a href="http://theelearningcoach.com/elearning2-0/11-ways-to-learn-in-2011/" title="11 way to learn in 2011">leia o original</a>.</p>
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		<title>Por que devemos reinventar a Escola?</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/por-que-devemos-reinventar-a-escola/</link>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 16:33:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
		<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[reinvenção]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos meus maiores defeitos é ser repetitivo! Quando eu gosto de uma ideia eu vou repetir, evangelizar e adotá-la &#8220;ad nauseam&#8221; O segredo para chatear menos meus interlocutores é repetir a ideia em formatos diferentes . O vídeo abaixo (com legendas em português) é seminal! Gestores, Formadores de Professores e Professores não podem deixar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos meus maiores defeitos é ser repetitivo! Quando eu gosto de uma ideia eu vou repetir, evangelizar e adotá-la &#8220;<i><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argumentum_ad_nauseam" title="Ad nauseauam na Wikipedia">ad nauseam</a></i>&#8221; <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>O segredo para chatear menos meus interlocutores é repetir a ideia em formatos diferentes <img src='http://emrede.blog.br/tics/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':-)' class='wp-smiley' /> .</p>
<p>O vídeo abaixo (com legendas em português) é seminal! <b>Gestores, Formadores de Professores e Professores</b> não podem deixar de vê-lo&#8230; e pensar sobre o mesmo&#8230; e agir para reinventarmos, com urgência, a Escola.</p>
<p>A url paro o vídeo está <a href="http://dotsub.com/view/58707cf2-f861-46dd-95c3-62020b4ec8c8" title="">aqui</a>. A dica do vídeo <a href="http://twitter.com/#!/ementa/status/46828801711280128" title="dica do vídeo">veio do Ezequiel Menta</a>.</p>
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		<title>Instrucionismo, construtivismo ou conectivismo?</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/instrucionismo-construtivismo-ou-conectivismo/</link>
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		<pubDate>Sun, 30 Jan 2011 17:42:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Professores]]></category>
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		<category><![CDATA[conectivismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Nota de Tradução Esta é uma livre tradução de Instructivism, constructivism or connectivism escrita por Ryan Tracey no excelente blogue E-learning Provocateur. Se inglês não é um problema pra você leia o original. Instrucionismo, construtivismo ou conectivismo? O Instrutivismo está morto. Estão distantes os dias em que um professor autoritário transmite informações pré-definidas para alunos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Nota de Tradução</h2>
<p>Esta é uma livre tradução de <a href="http://ryan2point0.wordpress.com/2009/03/17/instructivism-constructivism-or-connectivism/" title="Instructivism, constructivism or connectivism">Instructivism, constructivism or connectivism</a> escrita por <b><a href="http://ryan2point0.wordpress.com/about/" title="Ryan Tracey">Ryan Tracey</a></b> no excelente blogue <b><a href="http://ryan2point0.wordpress.com/" title="E-learning Provocateur">E-learning Provocateur</a></b>. Se inglês não é um problema pra você <a href="http://ryan2point0.wordpress.com/2009/03/17/instructivism-constructivism-or-connectivism/" title="Instructivism, constructivism or connectivism">leia o original</a>.</p>
<h3>Instrucionismo, construtivismo ou conectivismo?</h3>
<p>O Instrutivismo está morto. Estão distantes os dias em que um professor autoritário transmite  informações pré-definidas para  alunos passivos (NT: Qualquer semelhança com uma Escola atual, não é mera coincidência!). </p>
<p>Na década de 1990, o construtivismo anunciava um novo alvorecer no design instrucional, turbinou-se com a ascensão da Web 2.0. Os alunos transmformavam-se em participantes, habilitados a buscar novos conhecimentos por si mesmos, no contexto de suas próprias e únicas,  experiências individuais. </p>
<p>Por sua vez, os professores entusiasmados transformaram-se em facilitadores, orientando e treinando os participantes para perguntar, explorar, descobrir e até gerar novas aprendizagens. </p>
<p>Avançando  rapidamente para hoje e o conectivismo está na moda. Nessa era digital, nós simplesmente reconhecemos que  existe  muito conhecimento para se apropriar &#8211; e isso de qualquer modo, muda muito rapidamente. Então esqueça  tentar &#8220;saber&#8221; tudo, em vez disso, construa sua rede de fontes de conhecimento e as acesse sempre que  precisar delas. </p>
<h3>Descida Escorregadia</h3>
<p>A  popular seqüência de eventos que eu recontei é freqüentemente representada pictoricamente como um gradiente, acompanhada por onipresentes tabelas comparando os  vários aspectos das três pedagogias. </p>
<p><strong>Instrutivismo <img src="http://www.aprendendoemrede.info/wp-content/uploads/2011/01/seta.gif" alt="seta para direita" /> Construtivismo <img src="http://www.aprendendoemrede.info/wp-content/uploads/2011/01/seta.gif" alt="seta para direita" /> Conectivismo</strong></p>
<p>Mas esse  gradiente é uma representação razoável? </p>
<p>Certamente é uma representação precisa em termos cronológicos: o conceito de construtivismo foi concebido após o instrutivismo e o conectivismo foi concebido depois disso. </p>
<p>No entanto, acho que o diagrama enganosamente sugere uma evolução do design instrucional. Em outras palavras, o construtivismo foi tão intelectualmente e pedagogicamente superior ao instrutivismo que o substituiu e o conectivismo é tão intelectualmente e pedagogicamente superior ao  construtivismo, que por sua vez,  o substituiu. </p>
<p>Certo, o gradiente reflete um crescimento maravilhoso das ideias, mas eu acho que é uma armadilha  concluir que as últimas pedagogias substituiram as primeiras. </p>
<h3>O mundo real</h3>
<p>Minha opinião é instruída pela observação. </p>
<p>Sim, a aprendizagem no local de trabalho tem, felizmente, tornado-se cada vez mais construtivista e até conectivista ao longo do tempo, mas todos  sabemos que o instrutivismo ainda sobrevive e bem.</p>
<p>Por exemplo, aulas presenciais (face-a-face)  com monólogos dos instrutores  e  sessões de treinamento um-para-um permanecem como modos populares de capacitação. Mesmo nos espaços de e-learning, cursos online são tipicamente lineares, aulas virtuais, com freqüência, replicam seus antepassados de tijolo e cimento, enquanto podcasts, obviamente, são essencialmente instrucionistas. </p>
<p>Quanto mais as coisas mudam, mais elas permanecem as mesmas. </p>
<p>Por que isso acontece? Porque, em meio a constante e progressiva evolução das teorias de aprendizagem e do design instrucional, o instrutivismo desenfreado  persiste? Por que  o construtivismo e o conectivismo ainda  não emergiram? </p>
<p>A resposta, creio eu, é que o instrutivismo permanece relevante. </p>
<h3>Os três amigos</h3>
<p>Permita-me  elaborar meus argumentos no contexto da indústria de serviços financeiros (NT: O autor tabalha com EAD numa grande empresa financeira). </p>
<p>Quando um novo funcionário é recrutado para a organização, há certas coisas que ele tem que saber. Por exemplo, pode ser imperativo para o trabalhador  entender como funciona o sistema de aposentadoria, ou um regime de tributação especial, ou os regulamentos que regem uma opção de investimento em particular. </p>
<p>Não só uma sólida compreensão dos conceitos fundamentais têm uma influência óbvia sobre a capacidade do funcionário de fazer o seu trabalho corretamente, mas abandonando-se estas aprendizagens cria-se  sérios riscos de gestão e outras  ramificações de conformidade. </p>
<p>Esta é uma situação onde uma abordagem instrucionista se mostra útil. Seja em uma sala de aula, através de um curso on-line ou de outra forma, o especialista no assunto (PME), no âmbito da organização, proporciona ao aluno  uma seqüência programada de conteúdos, cuidadosamente organizados para a sua aprendizagem e &#8211; para adotar uma visão cognitivista &#8211; construir uma sólida base de conhecimento na mente do aluno. </p>
<p>Como um novato na área,  é pouco provável que o aluno saiba o que é que ele precisa saber. O especialista (PME) transmite esta informação necessária de forma rápida e eficiente. </p>
<p>Em seguida, uma abordagem construtivista capacita o aluno a ampliar e aprofundar os seus conhecimentos a seu critério. Por exemplo: </p>
<ul>
<li>Fóruns de discussão (síncrono ou assíncrono) permitem que o aluno faça perguntas, esclareça conceitos e partilhe experiências. </li>
<li>Wikis atuam como bancos de conhecimento não-linear para ser extraído, se necessário.</li>
<li>Motores de busca permitem que o aluno possa seguir seus próprios caminhos de investigação. </li>
</ul>
<p>Não sendo mais um novato, o aluno tem  ferramentas para impulsionar cada vez mais a aprendizagem no contexto de seus conhecimentos prévios. </p>
<p>Assim como o aprendente adquire conhecimento (expertise), devemos reconhecer que, nesta era digital, não se pode esperar que uma pessoa saiba de tudo. Neste ponto, uma abordagem conectivista capacita o aluno a ampliar seus conhecimentos através de conexões (proxys). </p>
<p>Num <a href="http://ryan2point0.wordpress.com/2008/12/28/connectivism-and-the-modern-learner/" title="artigo em inglês">artigo anterior</a>, eu forneci  os seguintes exemplos de potenciais fontes de informação que um aprendente deveria incorporar em sua rede pessoal de aprendizagem: </p>
<ul>
<li>Favoritos Sociais/Social bookmarks;</li>
<li>Feeds de notícias, podcasts, blogs, wikis e fóruns de discussão; </li>
<li>Redes sociais e profissionais, tais como Facebook e Twitter;</li>
<li>Conferências da Indústria e outros eventos externos; </li>
</ul>
<p>No ambiente atual, eu vejo o especialista como uma pessoa  que une uma rica base  de conhecimento com uma capacidade de conectar-se a novos conhecimentos a qualquer momento. </p>
<h3>Uma nova representação</h3>
<p>No local de trabalho, fica claro que o construtivismo, instrutivismo e conectivismo não são necessariamente excludentes. </p>
<p>O  astuto profissional de e-learning  aplicará os princípios de todas as três, conforme mudam as circunstâncias  e as suas respectivas crescentes ou decrescentes relevâncias. Como  sugeri, isso pode levar a transição do aluno de principiante a perito num domínio particular. </p>
<p>De uma perspectiva prática, então,  a popular &#8220;evolução&#8221; do  desenho instrucional de instrutivismo através do construtivismo para o conectivismo é uma ficção (Furphy)? Todas as três pedagogias tomadas uma sobre as  outras  fornecem um conjunto de ferramentas teóricas  para que um profissional moderno possa explorar. </p>
<p>Portanto, proponho substituir o tradicional gradiente da esquerda para a direita por uma nova representação: </p>
<div id="attachment_401" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.aprendendoemrede.info/wp-content/uploads/2011/01/pedagogias.jpg"><img src="http://www.aprendendoemrede.info/wp-content/uploads/2011/01/pedagogias-300x137.jpg" alt="Pedagogias" width="300" height="137" class="size-medium wp-image-401" /></a><p class="wp-caption-text">Instrucionismo, construtivismo e conectivismo</p></div>
<p>Este diagrama reconhece a cronologia da teoria do design instrucional, com as primeiras pedagogias ocupando o círculo central, e as pedagogias posteriores ocupando os anéis exteriores. No entanto, não sugere que uma pedagogia  substitua as outras, em vez disso, elas se complementam. </p>
<h3>ato de equilíbrio</h3>
<p>É importante ressaltar que em qualquer organização, diferentes funcionários estarão em  diferentes estágios de aprendizagem de vários domínios. O designer instrucional precisa equilibrar  as três abordagens pedagógicas para  apoiar a  todos. </p>
<p>Por exemplo, enquanto um curso on-line pode ser propositalmente instrucionista para apoiar os aprendentes novatos, é importante que uma abordagem centrada no aluno seja adotada para servir aos outros que também podem utilizar o curso (ou partes deste). </p>
<h3>Conclusão</h3>
<p>Em suma, se alguém me pergunta &#8220;Instrutivismo, construtivismo, ou conectivismo?&#8221;, Eu digo: &#8220;Todos os três, onde eles são relevantes&#8221;. </p>
<h3>Nota de Tradução</h3>
<p>Esta é uma livre tradução de <a href="http://ryan2point0.wordpress.com/2009/03/17/instructivism-constructivism-or-connectivism/" title="Instructivism, constructivism or connectivism">Instructivism, constructivism or connectivism</a> escrita por <b><a href="http://ryan2point0.wordpress.com/about/" title="Ryan Tracey">Ryan Tracey</a></b> no excelente blogue <b><a href="http://ryan2point0.wordpress.com/" title="E-learning Provocateur">E-learning Provocateur</a></b>. Se inglês não é um problema pra você <a href="http://ryan2point0.wordpress.com/2009/03/17/instructivism-constructivism-or-connectivism/" title="Instructivism, constructivism or connectivism">leia o original</a>.</p>
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		<title>3 lições que os professores podem aprender com o NING</title>
		<link>http://emrede.blog.br/tics/blog/3-licoes-que-os-professores-podem-aprender-com-o-ning/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Apr 2010 12:30:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Prof. Sérgio Lima</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reflexão]]></category>
		<category><![CDATA[TICs]]></category>
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		<description><![CDATA[Introdução Como todos já devem saber, o NING pretende mudar seu modelo de negócios e, possivelmente, acabar com todas as contas gratuitas. Além de todo chororô e alvoroço, professores que tem redes no NING já começam a pensar em alternativas. Alguns colegas já botaram o pé na estrada e começaram a desbravar as alternativas: Alternaivas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3>Introdução</h3>
<p>Como todos já devem saber, o <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> pretende mudar seu modelo de negócios e, possivelmente, <a href="http://creators.ning.com/group/braziliancreators/forum/topics/ning-nao-sera-mais-gratuito" title="discussão no forum do NING">acabar com todas as contas gratuitas</a>. Além de todo chororô e alvoroço, professores que tem redes no <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> já começam a  pensar em alternativas. Alguns colegas já botaram o pé na estrada e começaram a desbravar as alternativas:</p>
<ul>
<li><a href="http://miriamsalles.info/wp/?p=5720" title="Alternativas ao NING">Alternaivas ao NING I</a> &#8211; Por <strong>Mirian Salles</strong>;</li>
<li><a href="http://miriamsalles.info/wp/?p=5729" title="Alternativas ao NING">Alternativas ao NING II</a> &#8211; Por <strong>Mirian Salles</strong>;</li>
<li><a href="http://internetnaeducacao.blogspot.com/2010/04/alternativas-para-o-ning.html" title="Alternativas ao NING">Alternativas ao NING</a> &#8211; Por  <strong>Fátima Franco</strong>;</li>
<li><a href="http://mashable.com/2010/04/18/ning-alternatives/" title="Alternativas ao NING">Alternativas ao NING</a> pelo <strong>Mashable</strong>.</li>
</ul>
<p>Como se pode ver, o problema nem será tanto as alternativas, mas eventualmente o trabalho que se poderá ter para se efetuar a migração de dados e usuários do <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> para a nova plataforma escolhida.</p>
<p>Enquanto o momento desta eventual migração não chega, que tal os professores que têm criado suas redes sociais para fins educacionais pensarem um pouco que lições podem tirar deste episódio?</p>
<h3>As Três Lições</h3>
<h4>Lição #1 &#8211; Preciso mesmo desta tecnologia?</h4>
<p>Tudo aquilo que é simples, fácil e gratuito se torna tentador e, via de regra, professores (e profissionais de um modo geral) tem a mania de achar que <em>&#8220;mais é mais&#8221;</em> em educação (e em todas as áreas). <strong><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/blogefisica/2008/06/06/um-kit-minimalista-de-tics-para-professo" title="Minimalismo Tecnológico">Mas não é</a></strong>!</p>
<p>Tem redes no <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> para 1 turma, para grupos de estudo (pequenos), para eventos isolados e etc&#8230; O que proponho para a reflexão é:  <em>uma plataforma de interação e produção de conteúdos, como o <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> e suas alternativas, não seria um &#8220;<em>tiro de canhão para se matar uma mosca</em>&#8221; para uma grande parte das necessidades de professores ou grupos de aprendentes?</em></p>
<p>Não seria possível criar um ambiente de interação, conversações e produção coletiva de conhecimento e/ou conteúdo <a href="http://www.aprendendoemrede.info/como-criar-um-edublogue-parte-1/" title="Como Criar um edublogue?">usando apenas um blogue</a>?</p>
<h4>Lição #2 &#8211; A plataforma que escolhi facilita migrações futuras?</h4>
<p>Muita, mas muita gente boa de educação (e fora dela) acha que o fato de algo ser gratuito é condição suficiente para se adotar como solução tecnológica.</p>
<p>Não consideram o fato, importantíssimo, de que se <strong>a tecnologia usa padrões fechados e/ou proprietários você está entrando num aprisionamento tecnológico.</strong></p>
<p>Quaisquer que sejam os objetivos educacionais, que tenham como horizonte o médio e longo prazo, deve-se olhar atentamente se a solução adotada permitirá, <strong>caso seja necessário</strong>, uma migração para outra solução sem impossibilidades técnicas. </p>
<p>Isto só é possível com <strong>soluções e/ou tecnologias que utilizem padrões abertos, documentados e livres!</strong></p>
<p>Se você resolver migrar sua rede do <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> para outra plataforma correlata, procure observar com atenção este detalhe.</p>
<h4>Lição #3 &#8211; Soluções gratuitas são adequadas para o longo prazo?</h4>
<p>Como eu <a href="http://www.aprendendoemrede.info/como-criar-um-edublogue-parte-1/" title="Como criar seu edublogue - parte 1">já disse antes</a>:</p>
<p>&#8220;<em>Embora “peopleware” e pedagogia sejam mais determinantes que a tecnologia em si, como veremos a seguir, a escolha da ferramenta adequada nos poupará trabalho e nos permitirá gastar tutano nas coisas que realmente são as mais importantes: <strong>Criar Comunidades de Aprendizagem em torno de uma plataforma</strong>.</em>&#8221;</p>
<p>A maior parte de nós professores já temos muitas tarefas a realizar na tentativa de construir práticas educativas adequadas ao nosso contexto educacional e eficazes para que os alunos aprendam e, mais importante de tudo, aprendam como se aprende.</p>
<p>É natural que escolhamos, num primeiro momento,  plataformas gratuitas e simples para as nossas experiências de construção/animação de comunidades de aprendizagem. Mas, na medida que vislumbramos um caminho a seguir (e, em educação, <strong>será sempre de médio e longo prazo!</strong>) precisamos refletir se soluções gratuitas não contribuirão para que a produção de nossa comunidade fique dispersa na rede no médio e longo prazo.</p>
<p>Não valerá a pena, para um horizonte de médio e longo prazo, se pensar em <strong><a href="http://sergioflima.pro.br/blogs/index.php/blogefisica/2008/06/10/tics-para-professores-parteiii" title="Por que ter um domínio próprio!">um domínio próprio e um maior controle da produção</a></strong> da sua comunidade de aprendizagem?</p>
<p>Mesmo que individualmente você não tenha facilidades com as tecnologias necessárias para manter suas soluções por sua própria conta, <strong>não valerá a pena, juntar-se a outros professores e organizarem &#8220;um condomínio&#8221; para a produção deste coletivo</strong>?</p>
<p><strong>[atualização]</strong><br />
Um exemplo de &#8220;condomínio&#8221; ou de solução coletiva para redes sociais em educação é o <strong><a href="http://sleducacional.org/" title="Software Livre em Educação">SLEducacional</a></strong>!<br />
<strong>[/atualização]</strong></p>
<p>A ideia de que vivemos em rede (não mais sozinhos nas nossas escrivaninhas) precisa ser <strong>traduzida em práticas mais coletivas e colaborativas!</strong></p>
<p>Uma solução paga, para um coletivo, pode ser mais barata do que um cafezinho por dia. Não que eu defenda que não possa existir o &#8220;<a href="http://tdeduc.zip.net/arch2010-04-18_2010-04-24.html#2010_04-18_15_27_59-8499354-0" title="Prof. Simao Pedro dicute o assunto">almoço grátis!</a>&#8220;, mas o ponto crucial é: <em>se você acredita no seu trabalho, por que não investir, <strong>um pouco</strong>, para que ele <strong>tenha garantia de presença e organização na web no médio e longo prazo?</strong><br />
</em></p>
<h3>Conclusões provisórias</h3>
<p>Eu não quero  trazer certezas com este texto! Eu quero que  <strong>professores, educadores e gestores de espaços educacionais</strong> pensem para além do curto prazo, da solução imediata para o próximo mês.</p>
<p>Educação é algo muito importante para que tenhamos sempre soluções improvisadas e não ponderadas. <strong>Reflexão e ação</strong>, em qualquer área, assim como em Educação, deve ser a regra e não a exceção.</p>
<p><strong>PS: </strong>Das redes <strong><a href="http://www.ning.com" title="Uma plataforma para redes sociais">NING</a></strong> que eu mantenho (duas), pretendo ficar com apenas uma. Dependendo das políticas de preço que serão implementadas prentendo <a href="http://aprendendofisica.ning.com" title="Aprendendo Física em Rede">mantê-la no NING</a>. Caso seja necessário uma migração, pretendo migrar para a solução <a href="http://wordpress.org/" title="Wordpress">wordpress</a> + <a href="http://buddypress.org/" title="Budypress">budypress</a>.</p>
<p><b>PPS:</b> Na mesma linha de discutir além do óbvio a <strong><a href="http://discursocitado.blogspot.com" title="Professora Lilian Starobinas">Lilian Starobinas</a></strong> tece algumas considerações importantes sobre as mudanças no NING. Aponte seu navegador para o endereço abaixo:<br />
<a href="http://discursocitado.blogspot.com/2010/04/perdas-e-danos.html"></p>
<p>http://discursocitado.blogspot.com/2010/04/perdas-e-danos.html</a></p>
<p><b>PPPS:</b> Se eu tivesse que migrar para um sistema gratuito (não usar domínio próprio, isto é, wordpress + buddypress) a minha opção seria, seguramente, o <a href="http://grou.ps">grou.ps</a>. Os motivos são: <strong>1)</strong> <a href="http://grou.ps/move_ning.php" title="migrando do NING">Tem uma página de ajuda só pra quem vem do NING</a>. <strong>2)</strong> <a href="http://grou.ps/groudotps/wiki/20476" title="Grou.ps pretende ser open source">Tem código aberto e planejam disponibilizá-lo no futuro</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://emrede.blog.br/tics/blog/3-licoes-que-os-professores-podem-aprender-com-o-ning/feed/</wfw:commentRss>
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