O texto abaixo foi um comentário a esta entrada no blogue do Nepô: http://psfl.in/98 que ficou tão grandinha que trouxe, também, pra cá
Opa Nepomuceno (@cnepomuceno),
A sua análise (parece) partir do pressuposto que o "ensino" será melhor se os assuntos não forem previamente escolhidos pelo professor! Mas, talvez, a questão realmente importante é se o foco "em ensino" em detrimento do foco "em aprendizagens" não seja o "X" do problema.
Mudar o paradigma de "ensino-aprendizagem" para "aprendizagem-ensino" (e não é um mero trocadilho!) talvez resolva a questão de quem decide o que aprender, como aprender e onde/quando aprender!
Está aí o conceito de PLE/APA (Personal Learning Enviromments/Ambientes Pessoais de Aprendizagem) para nos encaminhar nesse enfoque.
No nosso atual contexto informacional (ou cognitivo) se conectar àquelas pessoas que aprendem, sobre um determinado assunto, há mais tempo, ou a dispositivos que armazenam "inteligências coletivas" seja o novo caminho…
Conectivismo Rulez!
Essa mudança de contexto/paradigma faz com que nós, os professores, deixemos cada vez mais de ser simples transmissores de saberes (ministradores de aulas) para nos tornarmos "Sherpas" (TM @bdieu) do conhecimento (parceiros de aprendizagens que já trilharam o caminho)
Tarefa árdua pois, em geral, o professor não tem o controle de toda a super-estrutura dos espaços institucionais atuais de ensino-aprendizagem…
O que não impede que, no nosso dia-a-dia, construamos nossas "contra-hegemonias possíveis" de aprendizagem-ensino… que dizes (TM @nepomuceno)?

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